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ago 13, 2014
admin

Cinco coisas que um CEO (ou você) jamais deve fazer no Facebook

Se você está no topo da hierarquia corporativa, as dicas ajudam a manter seu emprego. Se você quer chegar lá, #ficaadica para cuidar da sua presença online

O peixe morre pela boca, diz o ditado popular. No caso das redes sociais, ele morre por publicar bobagens no Facebook, sejam posts indiscretos, fotos ou discussões sobre tópicos que todos deveriam evitar. E nem adianta apagar, porque todos sabemos que estupidez viraliza rapidamente.

A executiva Mary C. Long, que é Chief Ghost na empresa Digital Media Ghost, especializada em estratégias de presença online para clientes corporativos, escreveu um artigo muito bomno site AllFacebook reunindo cinco dicas sábias – e quase óbvias – para líderes corporativos que se aventuram pelas redes sociais ou para profissionais que querem subir na hierarquia corporativa e precisam manter a folha corrida online impecável.

Mary é especialista em assessorar escritórios de advocacia e escolas sobre o tema da sabotagem social e como evitá-la. Vale, portanto, dar uma olhada nos conselhos:

1) Religião e Política, não!

Se sua profissão é criar confusão, vá em frente e começe um debate sobre qualquer um dos dois temas. Se você é CEO, no entanto, a coisa mais esperta a fazer é nunca tocar nos assuntos. Na rede social, no bar ou no escritório.

2) Selfies diários

Se você é o principal executivo de uma empresa, nem pense em sacar seu smartphone para publicar selfies diários engraçadinhos. É demissão na certa. Todo CEO tem uma imagem profissional a manter e um selfie tirado com a câmera do seu iPhone está longe de ajudar. Bom para narcisistas, péssimo para executivos!

3) Likes equivocados

E aqui não estamos falando só de escrever bobagem. Estamos falando em Likes distribuídos para vídeos e fotos estranhos ou constrangedores, por exemplo. Quando você aprecia um post, todos que estão conectados a ele ficam sabendo dos seus gostos e da sua vida particular.

4) Posts longos, arrependimentos tardios

Ninguém gosta de ler longos discursos contra ou sobre alguma coisa. E gosta menos ainda quando volta para ler novamente e descobre que o autor arrependido apagou o post. Guarde esse tipo de conteúdo para seu “querido diário”. E um aviso: se você acha que apagou seus rastros apagando o post, lembre-se que basta uma pessoa ter feito um screenshot da tela para que seu post tenha vida longa na internet!

5) Publicação automática do Twitter

Sincronizar seu Facebook com a sua conta do Twitter está ok. Mas sincronizar seu Twitter com o Facebook é desesperador. Ninguém quer saber no Facebook o que você tuitou, retuitou ou fez. Esse material é próprio do Twitter e só fica bem lá. Além obviamente de ser muito mais tolerado pela natureza da rede social.

Fonte: IDGNOW!

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ago 13, 2014
admin

Samsung revela Galaxy Alpha e se antecipa ao iPhone 6

 

A Samsung anunciou hoje o smartphone Galaxy Alpha, que combina especificações top de linha e  design feito inteiramente de metal – para sanar as críticas do público quanto à utilização excessiva de plástico em seus produtos.

Rodando Android 4.4.4, o aparelho tem processador Exynos 5 Octa, com quatro núcleos de 1,8 Ghz e quatro de 1,3 Ghz, 2 GB de RAM e 32 GB de armazenamento interno, sem slot para cartão SD. A tela apresenta 4,7 polegadas e resolução de 1280×720 pixels. A bateria, de 1.860 mAh, é menor que a do Galaxy S5 (2.800 mAh), o que é compreensível porque o modelo é menor.Reprodução

A câmera traseira conta com 12,1 megapixels e permite gravações em 3840×2160 pixels (4K) a 30 fps. Já a frontal tem 2,1 megapixels. O smartphone é equipado com sensores para leitura de digitais e batimentos cardíacos.Reprodução

O aparelho pode ser a aposta da Samsung para atrair usuários da Apple, já que possui acabamento em metal e tela de 4,7 polegadas, exatamente o mesmo tamanho especulado para o iPhone 6, que deve ser lançado em setembro.

Reprodução
O preço do aparelho só foi divulgado na Rússia, onde smartphones tendem a ser mais caros do que nos EUA, e custa o equivalente a R$ 1.567. O lançamento está previsto para setembro, com as cores azul, preto, branco, dourado e prateado.  Reprodução

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ago 12, 2014
admin

Facebook Brasil investe nos segmentos de varejo e e-commerce

Rede social contrata executivo com a missão de auxiliar os clientes a ampliar estratégias de social commerce.

Os movimentos mais recentes não deixam dúvida: o Facebook decidiu ajudar as empresas a venderem mais para os usuários da rede social.

O lançamento do botão comprar, que permite às pessoas adquirirem produtos sem sair do Facebook, inserindo informações de pagamento diretamente na rede social, é apenas uma das maneiras de aumentar a conversão a partir da publicidade exibida nas nossas timelines. Fazem parte do pacote também uma série de ferramentas para o varejista, como o botão de “Preenchimento Automático” das credenciais de pagamento, que os sites de e-commerce podem incluir em suas páginas.

Mas explicar tudo isso para os clientes requer um esforço extra e profissionais dedicados.

No Brasil, a expansão da área de Varejo e E-Commerce levou à contratação de Marcelo Lobianco como novo diretor de negócios para a divisão.

“Meu desafio no Facebook junto às empresas de varejo e e-commerce envolve também auxiliar estratégias desse setor, levando para o ambiente online alguns de seus principais ativos: a qualidade do serviço e o bom relacionamento com o cliente”, diz Lobianco.

“A chegada de Lobianco está alinhada com missão do Facebook de trazer executivos com vasto conhecimento da indústria para auxiliar os clientes a amadurecer suas estratégias de negócios. Temos hoje mais de 87 milhões de pessoas que acessam a plataforma no país todos os meses, e mais de 60 milhões pelo celular. Assim, mobilidade e vendas online são duas das maiores oportunidades que existem nesse sentido para o varejo brasileiro”, afirma Leonardo Tristão, diretor geral do Facebook Brasil.

Antes de ingressar no Facebook, Lobianco atuava desde janeiro de 2013 como vice-presidente executivo do IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau), onde foi responsável por desenvolver as atividades estratégicas em marketing e eventos da instituição, além de trabalhar com plataformas multicanais para desenvolvimento de negócios digitais.

O executivo iniciou sua carreira em agências de publicidade McCann Ericsson, V&S e Young & Rubicam, onde foi responsável pelas contas da Coca-Cola, Gillette e Xerox.

Também teve sua própria empresa de marketing digital, a Brainter.com, e seguiu carreira no segmento de e-commerce em empresas como Shoptime.com e Americanas.com. Entre 2007 e 2013 foi diretor comercial e de marketing do portal iG, onde foi responsável por reposicionar a estratégia de publicidade a marca.

Durante 10 anos, Lobianco atuou ainda como professor da ESPM em cursos de marketing digital, estratégia e e-commerce.

Fonte: IDGNOW!

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ago 12, 2014
admin

Três passos para afastar distrações que minam a produtividade

Gaylan Nielson

Não deixe que sua equipe passe metade do expediente realizando tarefas sem conexão direta com a estratégia da companhia e os resultados do negócio.

Muitos gestores reclamam de um número cada vez maior de tarefas que tiram a atenção dos funcionários e acabam com a produtividade das equipes. Em outras palavras, as pessoas gastam boa parte do tempo realizando atividades que não geram resultados efetivos para os negócios.

Qual o segredo para manter as equipes afastadas das distrações cotidianas?

Sempre  
Garanta que cada colaborador saiba as tarefas que devem ser priorizadas. Com base na experiência de consultoria, descobri que os funcionários passam 50% do tempo em que se encontram no escritório realizando “falsos trabalhos”, os quais são aqueles sem conexão direta com a estratégia da companhia.

Interações com os colegas _ presenciais ou virtuais, através de redes sociais e chats _ e outras distrações durante o expediente são, na verdade, os sintomas de um problema mais sério: o fato de as pessoas trabalharem sem metas claras e expectativas concretas.

A chave para resolver essa questão é incorporar à rotina organizacional a atividade “traduzir” a estratégia da empresa em tarefas objetivas que devem ser realizadas pelos colaboradores. Além disso,  há a necessidade de incentivar o alinhamento entre os membros do próprio departamento, para que criem uma sinergia positiva e atuem sempre com o mesmo foco.

Para alinhar a atuação dos funcionários, no entanto, é preciso que o líder crie um ambiente de trabalho agradável e baseado nas relações de confiança e cooperação, bem como acompanhe os fluxos de trabalho e o desempenho individual de cada um.

Às vezes
O gestor deve marcar encontros individuais e coletivos com sua equipe para reforçar o papel do departamento na estratégia global da empresa. Nessa ocasião, o líder deve esclarecer quais as tarefas menos importantes e que devem ser coadjuvantes no dia a dia da área.

Nunca
O líder não deve assumir que a equipe entendeu quais são suas atribuições e deixá-la desamparada e sem monitoramento. É claro que não se pode ignorar comportamentos distraídos, mas o principal é valorizar aqueles funcionários que desempenham com excelência as tarefas principais – até se esses forem os mesmos que passam boa parte do tempo batendo papo com o colega do lado. Resultados práticos são resultados práticos.

Fonte: IDGNOW!

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ago 12, 2014
admin

Jornalista desafia algoritmo do Facebook e conta a experiência

O que acontece se você sair curtindo tudo o que aparece na timeline? Para responder a essa pergunta, o jornalista Mat Honan passou 48h clicando em “curtir” para todas as postagens que surgissem pela frente. O resultado, segundo ele, foi catastrófico.

De cara, Honan descobriu que curtir um artigo qualquer pode levar o usuário a um loop, uma espécie de ciclo constante de conteúdo relacionado, que é sugerido de acordo com os likes. Ele, então, estabeleceu duas regras: apenas os quatro primeiros itens relacionados seriam curtidos e nada de curtir notícias de morte. De resto, estava tudo liberado.

Após algum tempo, o jornalista se deparou com dois Feeds de Notícias diferentes: no celular, só havia posts de marcas e anúncios publicitários, sem qualquer presença humana; já no computador, ainda era possível ver algumas postagens de amigos.

Isso acontece porque a disposição do conteúdo na timeline não é aleatória. Tudo é organizado por um poderoso algoritmo do Facebook que define o que aparece para os usuários com base no histórico de navegação e supostos interesses.

Neste caso, para atrair a atenção do usuário no smartphone, o algoritmo escondeu as atualizações de pessoas e exibiu apenas propagandas. Além disso, o jornalista diz notado que, ao curtir uma notícia com determinado posicionamento político, a rede social passava a exibir mais conteúdo sobre o tema, inclusive com posicionamentos extremistas.

As conseqüências do experimento não se reduziram apenas ao Feed de Honan. Durante os dois dias de duração, o jornalista diz ter sido abordado por amigos que questionaram se o perfil havia sido hackeado e reclamaram da explosão de notificações.

A experiência, portanto, resultou em mais de 1.000 itens curtidos sem qualquer relação com o gosto de Honan, uma timeline cheia de propagandas, discursos inflamados e amigos insatisfeitos.

Fonte: Olhar Digital

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ago 11, 2014
admin

ROIx leva o anúncio da TV para o público segmentado da Web

 

A ferramenta TVxtender exibe na Internet, para uma audiência específica selecionada pela agência e o anunciante, os spots publicitários criados para TV.

 

 

 

A ROIx, empresa brasileira de gestão de mídia digital e de uma das maiores private network do país, de propriedade do neto do fundador da Casas Bahia, Raphael Klein, ex-CEO da Via Varejo, anuncia o lançamento de uma ferramenta tecnológica capaz de conciliar o alcance e impacto da TV com a flexibilidade e precisão da Internet.

O produto TVxtender exibe na Web, para público segmentado de acordo com a estratégia da agência e do anunciante, os spots publicitários criados para a TV.

Para o anunciante, o TVxtender oferece a possibilidade de uma interação menos invasiva com o público durante a veiculação dos spots em páginas web, a apresentação de anúncios mais relevantes aos públicos-alvo adequados, mensuração e acompanhamento de performance em tempo real e relatórios de audiência detalhados. O objetivo é minimizar a dispersão de audiência e o alto custo de veiculação, comuns em exibições televisivas.

“A ROIx possui um data-cloud de audiência com 94 milhões de usuários. Ao optar por transmitir seu anúncio pelo TVxtender, o cliente terá a divulgação de sua campanha publicitária com foco direto em um inventário premium, com alto grau de personalização”, ressalta John deTar, CEO da ROIx.

Para o público-alvo, além de uma experiência customizada, a ferramenta permite personalizar o modo de exibição em três formatos distintos (padrão, expandido e full screen) e um controle maior sobre o som, que pode inclusive ser ativado pelo usuário apenas quando quiser assistir ao vídeo.

Fonte: IDGNOW!

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ago 11, 2014
admin

Google reduz rankeamento de sites que não usam criptografia

Objetivo da medida é promover melhores práticas de segurança em toda a Web.

Sites que não criptografam as conexões com os seus visitantes podem obter uma classificação mais baixa no motor de busca do Google. A medida visa promover melhores práticas de segurança online.

O movimento do Google foi concebido para estimular os programadores a implantarem o protocolo TLS (Transport Layer Security), que usa um certificado digital para criptografar o tráfego ‒ representado pela figura de um cadeado na maioria dos browsers e as letras “https” no início das URLs (endereços).

São muitos os atributos usados pelo Google para fazer com que um site seja melhor posicionado que outro nos resultados de busca. Ter conteúdo exclusivo, ter destaque nas redes sociais, backlinks, etc… A empresa acrescentou o uso de https nesses atributos, embora se aplique a cerca de 1% das consultas hoje, ressaltam Zineb Ait Bahajji e Gary Illyes, analistas de tráfego da Google.

A segurança de um website terá menos peso na classificação em comparação a outros fatores como conteúdo de alta qualidade, mas sua importância pode aumentar com o tempo, segundo o Google. “Esperamos ver mais websites usando HTTPS no futuro”, disseram os analistas do Google.

Todos os sites mais respeitáveis ​​usam a criptografia quando uma pessoa envia os seus elementos de autenticação, mas alguns não o fazem. Isso significa que o conteúdo é suscetível a um ataque de intercepção (“man-in-the-middle”). O conteúdo que não é criptografado pode ser lido facilmente.

Mas embora a implantação do “https” seja bastante simples para pequenos sites, pode ser complexo para as grandes organizações, com muitos servidores que precisam lidar com desafios como o aumento da latência, problemas de suporte com as redes de distribuição de conteúdo e questões de escala.

A LinkedIn, por exemplo, disse em junho que ainda estava atualizando toda a sua rede para uso de https após a empresa de segurança Zimperium descobrir ser possível sequestrar as conta de usuários do serviço, em alguns casos. O mesmo problema foi detectado no Instagram. O serviços faz pedidos não criptografados para algumas partes de sua rede, o que poderia permitir a um hacker na mesma rede WiFi roubar um “cookie de sessão”.

Fonte: IDGNOW!

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ago 11, 2014
admin

Análise: trading desks não são birôs de mídia. Por Pyr Marcondes

 

Elas não compram grandes volumes antecipados de mídia para repassá-los posteriormente a preços aviltados. Não são brokers.

POR PYR MARCONDES

pmarcondes@grupomm.com.br

Birô de Mídia é um termo criado pelo imaginário publicitário brasileiro para designar o que na verdade são agências especializadas de mídia, que todos os grandes grupos de agências que operam aqui têm lá fora há anos, mas aqui não podem, impedidos pelas nossas leis.

Essa operações intermediam a compra de mídia e se remuneram por isso de formas variadas, que vão de fees por performance ao rebate, cujo equivalente por aproximação no Brasil seria o BV.

Muitos desses grupos mantém em operação no País centrais de mídia, que agrupam as verbas de vários clientes e de várias agências até, para com isso adquirirem vantagens financeiras e comerciais junto aos veículos.

Isso não é ilegal.

Birô é ilegal aqui porque pressupõe a compra antecipada de mídia em grandes volumes, para venda posterior ao mercado a preços aviltados para cima. Birôs são brokers. Centrais de mídia não.

Trading desks são operações de grupos de agências criadas para intermediar e otimizar os recursos de mídias dos anunciantes investidos no mundo digital.

Elas não compram grandes volumes antecipados de mídia para repassá-los posteriormente a preços aviltados. Não são brokers.

São centrais de intermediação em tempo real de compra e venda de mídia programática, que tentam dar alguma ordem ao verdadeiro caos em que se configurou esse novo ambiente digital, com DSPs, DMPs, SSPs, ad networks e quetais, no meio do caminho entre o anunciante e sua audiência.

Por prestar esse serviço, cobram fees.

Um departamento de mídia de uma agência qualquer faz algo parecido. Organiza para os anunciantes a caótica oferta de meios, seleciona aquelas mais adequadas ao cliente e sua marca, compra e dinamiza a veiculação. E ganha uma taxa por isso. Essa é uma das fontes de receita das agências de propaganda no Brasil, perfeitamente legal.

Mais do que essa taxa, a agência é recompensado também pelos volumes que leva aos veículos. Quanto mais leva, mais recompensada é. BV é Bonificação por Volume. Prática hoje também reconhecida como legal pelos códigos da nossa indústria.

As trading desks são o braço tecnológico dessa mesma intermediação. Seguem os mesmos princípios. Só que adaptados para a velocidade do mundo dos bits, seus algoritmos e robôs.

Podemos, se assim desejarmos, considera-las indesejáveis. Podemos, se o status quo assim determinar, considera-las exógenas e puni-las por sua suposta não coadunância com nossas leis.

Será a manifestação de poder de um setor em defesa de seus paradigmas. E isso também não é ilegal. Nas práticas de livre mercado, neste e em qualquer outro mercado, é até perfeitamente legítimo. Defender interesses comerciais próprios só é ilegítimo se for ilegal.

Mas não será um ato técnico.

Nosso código e as leis que regem nossa indústria foram, são e serão sempre vitais para o desenvolvimento e a pujança do nosso mercado. Sem elas, não estaríamos aqui hoje. Nem agências, nem veículos, nem anunciantes.

Retardar a evolução tecnológica pode até ser uma medida de precaução e uma tentativa de retardamento do que possa ser identificado como nocivo a saudabilidade de tudo o que construímos até agora no País. Pode ser.

Mas trading desks não são birôs.

Fonte: Proxxima 

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