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jul 3, 2014
admin

Pesquisa: executivos de marketing esperam mudanças radicais no digital em cinco anos

Estudo da Accenture com CMOs de 11 países aponta análises, digital e mobile como as principais novas fronteiras.

 

Pesquisa: executivos de marketing esperam mudanças radicais no digital em cinco anos

 

O digital está mudando o mundo e os executivos de marketing sabem disso. Pelo menos é o que a pesquisa CMOs: Tempo para a transformação digital ou o risco de ser deixado de lado, patrocinada pela Accenture, e que tem como objetivo entender as opiniões, desafios e pontos de vista de executivos de marketing sênior de todo o mundo.

Para 78% dos entrevistados, o mundo do marketing passará por mudanças fundamentais nos próximos cinco anos e as três mudanças mais citadas são análises, digital e mobile. As companhias com crescimento acelerado (com aumento de pelo menos 6% nas vendas anuais), em particular, informaram que os investimentos nessas três áreas compensam especialmente para melhorar a experiência dos consumidores.

Veja as mudanças mais citadas:

. As análises se tornarão uma competência primordial do marketing (42%)

. As verbas digitais responderão por 75% das verbas de marketing (37%)

. O mobile responderá por 50% da verba de marketing (35%)

. O marketing terá uma função de prover informações sob demanda (34%)

. Marketing, vendas e atendimento ao cliente serão fundidos em uma única função função (34%)

Não saberemos como uma campanha de marketing será com antecedência: as campanhas terão desdobramentos em tempo real dependendo da necessidade e do objetivo com cada consumidor em cada device e canal (32%)

. Mídia espontânea será mais importante e terá mais suporte do que a mídia paga (27%)

. Marketing e TI serão fundidos em uma única função (26%)
. CMOs serão o principal contato dos CEOs, ultrapassando o CFO e outros executivos do C-level (21%)

. Seremos conhecidos como uma empresa digital (21%)

Em relação ao montante aplicado em marketing digital, a tendência aponta crescimento. Os investimentos na área de 39% das empresas pesquisadas superam a marca de US$ 100 milhões. Para 41% da amostra, a verba deve ser ampliada em pelo menos 5% no próximo ano fiscal. Apenas 8% dos entrevistados citaram a possibilidade de corte na verba de marketing digital no próximo ano.

A pesquisa ouviu 581 executivos de marketing de 11 países (Alemanha, Austrália, Brasil, Canadá, China, Cingapura, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido) e 10 setores (automóveis, bancos, bens de consumo, ciências, eletrônicos, mídia, seguros, telecomunicações, turismo e varejo). A coleta de informações aconteceu entre novembro de 2013 e janeiro de 2014.

 

Fonte: Proxxima 

 

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jul 3, 2014
admin

Como as marcas americanas investem no Facebook, Twitter e Youtube

Estudo realizado pelo Advertising Age e RBC Capital Marketers revela padrões de comportamento de anunciantes nas redes sociais

 

Como as marcas americanas investem no Facebook, Twitter e Youtube

 

POR MARK BERGEN

Do Advertising Age

Em maio deste ano, o Advertising Age realizou, em parceria com a RBC Capital Marketers, a quinta edição da pesquisa sobre o comportamento das marcas norte-americanas nas redes sociais. No total, foram entrevistados 1.682 executivos de empresas de marketing, mídia e agências. O estudo, que abrange Facebook e Twitter, incluiu pela primeira vez o YouTube.

Um dos primeiros aspectos analisados foi o aumento do investimento nas plataformas. Cerca de 45% dos entrevistados afirmaram destinar de 1% a 10% do budget total de marketing às redes sociais, enquanto 38% investem mais de 30% desse valor. A mesma pesquisa, publicada em setembro de 2013, revelou que na época apenas 29% dos anunciantes investiam mais de 30% em mídia social. Com relação ao objetivo principal da presença nas redes, 39% citaram “conscientização e sentimento pela marca” como prioridade. “Direcionar tráfego para o site” ficou em segundo lugar, com apenas 16%.

O Facebook ainda permanece como plataforma dominante, sendo a mais utilizada por 84% dos entrevistados. A maior parte dos investimentos em digital também é destinada à rede social de Zuckerberg. Com a queda do alcance orgânico, muitas empresas optaram pelos anúncios pagos. Porém, a estratégia para o próximo ano é apostar no Twitter como solução.

Cerca de 44% dos anunciantes afirmaram ter aumentado o investimento no Twitter nos últimos seis meses, e 63% planejam fazer o mesmo no ano que vem. Em contraste, 11% mantêm planos de diminuir os gastos com o Facebook, enquanto apenas 7% pretendem fazer o mesmo com o Twitter.

Segundo as marcas, tanto o Facebook como o Twitter apresentam produtos mais atraentes para mobile do que para desktop. No total, 36% observaram um ROI maior com anúncios mobile no Facebook, e 44% obtiveram o mesmo resultado no Twitter.

Em novembro, menos da metade dos entrevistados investiu em anúncios no Twitter. A pesquisa atual revelou que 73% dos anunciantes investem nesse serviço. Os tuítes promovidos ainda são a ferramenta preferida, utilizada por 79% das empresas. Ainda assim, o investimento é relativamente pequeno. Mais da metade dos executivos (65%) destina menos de 10% do orçamento do Twitter em anúncios pagos.

O estudo ainda revelou que apenas 12% das marcas utilizam o Facebook e o Twitter para promover campanhas na TV, sendo que apenas 7% consideram a possibilidade. Google continua na liderança quando o assunto é ROI. O site de busca foi listado pelas empresas como a melhor plataforma de anúncios. Já o YouTube ficou na quarta posição, atrás de Facebook e Twitter. Apesar de 30% dos anunciantes não investirem na plataforma de vídeo, pouco mais da metade dos entrevistados utiliza o YouTube e 54% deles esperam aumentar o orçamento destinado ao canal no próximo ano.

Fonte: Proxxima 
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jul 2, 2014
admin

Malware para Android desativa antivírus e controla aparelho

Malware em execução em segundo plano do AndroidA função mais perigosa da ameaça é a capacidade de buscar aplicativos de bancos e substituí-los por apps falsos. Ainda não foram descobertas as funcionalidades destes apps falsos, que devem ser ativados e controlados via RAT pelo invasor.

A FireEye não divulgou a fonte exata da distribuição do malware, mas sabe-se que o arquivo não pode ser baixado na Google Play Store. Por enquanto, o hacker se limitou a falsificar aplicativos de oito bancos coreanos, mas pode afetar outras instituições.

 
A empresa de segurança FireEye relatou hoje a existência de um arquivo malicioso para Android que junta em um só pacote várias funcionalidades para roubar credenciais do smartphone, ler e enviar SMS, lista de contatos, iniciar atualizações perigosas, procurar apps bancários e substituí-los por falsos e ainda desabilitar o antivírus.

Disfarçado como “Google Service Framework”, o malware, depois de instalado, não pode ser removido.

Reprodução

Em destaque o ícone do malware na tela de um celular com Android

O comportamento do vírus é similar ao de outro descoberto há duas semanas, que tentava se passar pelo Google Play Store. Mas, segundo a FireEye, este é mais perigoso porque trabalha com ferramenta de acesso remoto, RAT (sigla em inglês para Remote Acess Tool), que dá ao hacker controle do aparelho a distância.

Reprodução

Malware em execução em segundo plano do Android

A função mais perigosa da ameaça é a capacidade de buscar aplicativos de bancos e substituí-los por apps falsos. Ainda não foram descobertas as funcionalidades destes apps falsos, que devem ser ativados e controlados via RAT pelo invasor.

A FireEye não divulgou a fonte exata da distribuição do malware, mas sabe-se que o arquivo não pode ser baixado na Google Play Store. Por enquanto, o hacker se limitou a falsificar aplicativos de oito bancos coreanos, mas pode afetar outras instituições.

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jul 2, 2014
admin

Testes em laboratório com 5G chegam a 5 Gbps

Da Redação

Uma das tecnologias empregadas no que deverá se constituir a quinta geração de redes móveis (5G) é o uso de frequências altas, com grande eficiência espectral para entregar velocidades cada vez maiores em regiões mais densas. Em recente demonstração para as operadoras asiáticas NTT Docomo (Japão) e SK Telecom (Coreia do Sul) em laboratório na Suécia, a Ericsson fez uso disso ao alcançar a velocidade de 5 Gbps utilizando espectro de 15 GHz. A marca foi conseguida utilizando a tecnologia de múltiplos inputs e outputs (MIMO), além de novas tecnologias de antena para larguras de banda maiores e intervalos de tempo mais curtos.

De acordo com a Ericsson nesta terça-feira, 1º, as estações radiobase estão sendo desenvolvidas especialmente para os testes 5G, mas os testes utilizaram small cells para integrar uma rede heterogênea. A companhia ainda realiza trabalho em backhaul de alta capacidade para lidar com a demanda do fluxo de dados. A ideia é utilizar as redes de 5G para consumidores e aplicações máquina-a-máquina (M2M).

Fonte: Mobile Time

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jul 1, 2014
admin

Facebook fez experimentos secretos com emoções de 689 mil usuários

Por Silvia Bassi,

Cientistas da rede social manipularam o newsfeed de centenas de milhares de usuários para estudar como posts afetariam seu estado emocional coletivo

 

 

Já não bastassem as críticas sobre o pouco caso com a privacidade dos seus usuários, agora é público que o Facebook também se acha no direito de, em nome da ciência, mexer secretamente com o estado emocional e psicológico de milhares de frequentadores de suas páginas e fazer de todos nós “ratos de laboratório de cientista maluco”.

Segundo reportagem publicada pelo site A.V. Club, os cientistas da rede social manipularam, em janeiro de 2012, o algorítimo que controlava o tipo de posts mostrados no newsfeed de 689 mil usuários do Facebook para verificar se e como o que eles viam na sua linha do tempo afetava seu estado emocional. Isso, claro, em nome da ciência.

Os resultados do estudo foram publicados na forma de um paper com o título de “Experimental evidence of massive-scale emotional contagion through social networks” (Evidência experimental de contágio emocional em massa via redes sociais) na revista científica The Proceedings Of The National Academy Of Sciences. O estudo é assinado por Adam Kramer, cientista de dados do Facebook; Jamie Guillory, do Tobacco Control Research and Education da Universidade da Califórnia; e Jeffrey Hancock, do Departamento de Comunicação e Ciência da Informação da Universidade de Cornell.

Emoções manipuladas

Especificamente o estudo demonstra como os pesquisadores mexeram nos posts regulando o número de termos negativos ou positivos que apareciam na lista de notícias de diferentes grupos de usuários selecionados ao acaso. O Facebook então analisava os posts escritos posteriormente por esses mesmos usuários ao longo de uma semana para ver se as pessoas respondiam emocionalmente a esses estímulos gerando posts mais positivos ou negativos, averiguando portanto se estados emocionais podem ser transmitidos em massa por uma rede social.

O resultado é que podem! Os cientistas malucos do Facebook constataram que as pessoas espelham emoções negativas ou positivas que seus amigos expressam e as refletem em seus posts. Grupos de pessoas que viram mais posts positivos que negativos passavam a se expressar de forma mais positiva, enquanto que o oposto também aconteceu.

Facebook responde

O cientista de dados do Facebook, Adam Kramer ( Danger Muffin), respondeu aos protestos e críticas enfurecidas sobre o estudo publicadas no final de semana com um post oficialdeclarando que “a razão por termos feito esse estudo é por que nós nos preocupamos com o impacto emocional do Facebook e com as pessoas que usam nosso produto”.

Kramer diz que a equipe “sentiu que era importante” investigar a suspeita de que ver amigos publicando coisas boas levaria as pessoas a se sentir bem. Mas também admite que “estávamos preocupados que a exposição ao negativismo de amigos pudesse levar as pessoas a evitar visitar o Facebook”.

Pelo menos agora sabemos que todo o yada yada científico era para justificar a preocupação de como o Facebook conseguiria evitar perder usuários se o “social graph” ficasse “meio dark”, certo? Bastaria mexer um pouco no newsfeed de todo mundo e colocar uma lente rosa na realidade??

Ao final, Kramer usa no seu post a mesma desculpa infantil que o Facebook adota quando é pego no erro: “Embora tenhamos sempre considerado nossas pesquisas com o maior cuidado, nós (não só eu, mas vários outros pesquisadores do Facebook) temos trabalhado para melhorar e revisar nossas práticas internas. O experimento em questão foi feito no início de 2012 e já andamos bastante desde lá. Mas a revisão de nossas práticas internas vai também incorporar o que aprendemos hoje sobre a reação ao nosso paper”.

Com mais de 1 bilhão de usuários, um IPO bilionário e já bem velho para posar de startup inocente, era de se esperar que pelo menos o post do cientista de dados do Facebook fosse um pouco mais adulto nas suas explicações. Se em 2014 ficamos sabendo do que foi feito em 2012, o que vamos saber em 2016 que foi feito em 2014?

Fonte: Idgnow!

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jul 1, 2014
admin

Próximo passo em mobile advertising é estimular sessões de apps, preveem especialistas

Fernando Paiva

A publicidade móvel hoje em dia é dominada por campanhas que promovem a instalação de aplicativos. O passo seguinte, na opinião de especialistas, são campanhas que fomentem a utilização de apps já instalados. Isso ficou claro com a divulgação durante a Google I/O de que as buscas pelo Google em celulares passarão a ter o chamado “deep link”, que gera resultados dentro de aplicativos presentes no aparelho. O diretor de produtos e soluções do Google no Brasil, Michel Sciama, comenta o assunto: “uma coisa é baixar o app, outra é fazer com que o usuário se engaje com ele. As pessoas têm em média 35 apps baixados. Mas a quantidade de apps usados diariamente é bem menor.”

A taxa de desinstalação de apps é alta. Estima-se que a maioria dos títulos baixados são removidos após alguns meses. Fazer com que o usuário mantenha o interesse pelo app é um desafio para os seus criadores e a publicidade móvel pode contribuir para isso. Além do Google, o Twitter anunciou esta semana a inclusão de um formato de anúncio móvel com “deep link”. “É melhor ter uma base de 100 mil usuários engajados do que 1 milhão que não abrem o app”, acrescenta Sciama.

A indústria de games é a primeira a perceber a importância de se estimular o engajamento em apps. É este o segmento que está liderando essa nova fase da publicidade móvel. Isso decorre do modelo de negócios “freemium” adotado por muitos desses jogos, no qual o download é gratuito e a receita provém de vendas dentro do aplicativo, como no Candy Crush e no Clash of Clans, para citar dois casos mais emblemáticos.

Apps de grandes marcas

Para se divulgar a utilização de um aplicativo é preciso, antes de mais nada, que ele seja interessante. “Temos que criar apps que sejam de fato relevantes para o usuário, não que durem apenas um mês instalados. A visão que passo é a de focar o desenvolvimento do app para quem já for seu cliente, não para conquistar novos”, comenta Marcelo Castelo, sócio-diretor da F.biz, referindo-se especialmente a aplicativos de grandes marcas. “É difícil começar uma relação pelo mobile no Brasil. É mais fácil começar pelo desktop e depois migrar para o celular, através de um app com funcionalidades que façam sentido para o consumidor baixar e utilizar”, complementa.

Castelo cita três exemplo de apps de marcas que conseguem manter um alto índice de utilização pelos seus consumidores: Netshoes Click, American Airlines e Starbucks. O primeiro facilita a identificação de produtos através de reconhecimento de imagem e leva diretamente para a tela de compra no site da varejista. O segundo fornece o cartão de embarque e envia notificações sobre atrasos de voos, mudança do portão de embarque e até o número da esteira onde estará a bagagem. Por fim, o app da Starbucks embarca o programa de fidelidade da rede de cafeterias, permitindo gastar seus pontos nas lojas usando apenas o smartphone.

Fonte: Mobile Time

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jul 1, 2014
admin

Guaraná investe em real time marketing no Vine e Twitter

  • Guaraná investe em real time marketing no Vine e Twitter

 

A MSLGroup Espalhe está desenvolvendo campanha de real time marketing para o Guaraná Antarctica durante a Copa do Mundo. Denominada “Seleção de tweets”, a ação acontece durante os jogos do Brasil e usa as plataformas Vine e Twitter para lançar uma série de microfilmes criados com temas relacionados ao futebol, à torcida e à própria Copa.

 
Já foram produzidos mais de cem vídeos que podem ser compartilhados pelos usuários. Garotos-propaganda da marca, entre eles Claudia Leitte, Neymar e o jogador Lucas, também foram escalados para participar das cenas.

 
Para dar suporte a ação, uma equipe da Espalhe fica de plantão durante a transmissão para produzir os vídeos. O time de profissionais acompanha os formadores de opinião online e busca palavras-chave relacionadas aos atributos da marca e que podem justificar interações.

 
Fonte: Proxxima 

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jun 27, 2014
admin

Governo lança sua própria versão do ‘Reclame Aqui’

(Foto: Reprodução)
Por meio do Ministério da Justiça, o governo está lançando um site para queixas de consumidores que segue os mesmos moldes do Reclame Aqui.

Chamado Consumidor.gov.br, o espaço permite que os cidadãos registrem seus problemas, podendo incluir anexos que comprovem as situações, e aguardem pelo retorno das empresas envolvidas.

Os dados dos usuários não serão tornados públicos, mas as reclamações, sim, e o Ministério da Justiça não usará as queixas diretamente para tomar ações contra as empresas, segundo o UOL.

Ainda em fase beta, o serviço funciona no Acre, Amazonas, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal, mas até setembro estará operando em todo o país.

Fonte: Olhar Digital 

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