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set 24, 2014
admin

Facebook vai usar drones do tamanho de Boeings 747 para distribuir internet

(Foto: Divulgação)

Já faz algum tempo que o Facebook revelou seus planos de cobrir parte do mundo com internet sem fio usando drones, o que ainda não estava claro é o tamanho da ambição por trás dos planos de Mark Zuckerberg.

Nesta semana, durante um evento promovido pelo Mashable, Yael Maguire, engenheiro que dirige o Facebook Connectivity Lab, contou alguns detalhes sobre a ideia, mostrando que a rede social não está pensando pequeno.

A começar pelo drone; Yael prefere chamá-lo de avião, mesmo. O que faz sentido, visto que a ideia do Facebook é colocar no ar um dispositivo do tamanho de um Boeing 747. Aliás, um não, vários.

Um único controlador seria responsável por cerca de 100 desses aviões não tripulados, que voariam a uma altitude entre 60 mil e 90 mil pés.

Como se esses desafios não fossem suficientemente complicados, o Facebook ainda quer que os aviões permaneçam no ar por meses – “ou talvez anos”, disse Yael.

O Facebook identificou 21 países na América Latina, África e Ásia como seus focos principais, mas em 2015 a empresa pretende lançar o primeiro avião sobre os Estados Unidos para fazer testes.

Os dispositivos com internet só devem ir ao ar daqui a três ou cinco anos. O próprio Yael reconhece que é uma previsão otimista.

Fonte: Olhar Digital 

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set 23, 2014
admin

Impulsionado por mobile, metade do planeta estará online em 2017

Internet em dispositivos móveis tem o mais rápido crescimento da história, segundo relatório mundial de The State of Broadband.

Impulsionado por mobile, metade do planeta estará online em 2017

 

Mais de 50% da população mundial terá acesso à internet até 2017, segundo estudo da União Internacional de Telecomunicações (UIT). De acordo com o relatório The State of Broadband 2014, lançado nesse domingo 21, na reunião da Comissão da Banda Larga para o Desenvolvimento Digital, em Nova York, o crescimento da banda larga móvel em smartphones e tablets foi o mais rápido da tecnologia na história da humanidade.

Atualmente, 2,3 bilhões de indivíduos (40% da população mundial) estão online. Até o final do ano, podem ser 2,9 bilhões. “Apesar do crescimento fenomenal da internet, e de seus benefícios, ainda existem muitas pessoas que permanecem desconectadas”, diz Irina Bokova, diretora-geral da Unesco.

No Brasil, 51% da população tem acesso à internet, o que deixou o País em 74º lugar no ranking mundial de conectividade. Porém apenas 10% possui banda larga. Entre os países em desenvolvimento, o Brasil ficou em 34º lugar. Apenas 77 países têm mais de 50% de sua população conectada. Os dez países que mais usam a internet são todos europeus. A Islândia fica com a primeira posição, com 96,5% de pessoas online.

Segundo a UIT, existem hoje três vezes mais acessos à internet móvel do que à banda larga fixa. Essa realidade permitiu que 1,9 bilhão de pessoas ingressem em redes sociais. No País, 48% dos usuários de internet têm perfis nessas mídias, número acima da média global.

Fonte: Proxxima

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set 23, 2014
admin

Conheça o novo projeto de rede social do criador do Orkut

(Foto: reprodução)

Você talvez não seja familiar com o sobrenome Buyukkokten, mas o primeiro nome certamente é conhecido: Orkut. Em 2004, ele cedeu seu nome a uma rede social que acabou se tornando a favorita dos brasileiros por muito tempo, mas depois sumiu do mapa. Recluso, nunca foi de falar sobre seus projetos, mas ele já está em uma nova empreitada: a rede social Hello.

Em 2014, dez anos depois de criar a rede social homônima, Orkut fundou e se tornou CEO da Hello Network Inc., uma startup que tem como objetivo desenvolver uma nova página de relacionamentos que ainda não foi lançada oficialmente. Portanto, ainda não se sabe exatamente qual será o seu foco.

A página oficial da empresa descreve a futura rede social como “uma comunidade única de usuários que celebram a amizade, imaginação, expressão e engajamento autêntico em um ambiente seguro”, o que não quer dizer muita coisa. A página também fala em encorajar os usuários a “se engajar em exploração social direcionada e compartilhamento de conteúdo com conexões fascinantes que se relacionam com partes diversas de sua personalidade”, o que também não diz muito.

De qualquer forma, ainda é uma startup dando seus primeiros passos. Ela foi fundada em março de 2014, de acordo com o perfil no LinkedIn de Orkut Buyukkokten, mesma época em que ele saiu do Google.

Ainda não se sabe se há investimento por trás da Hello, mas sabe-se que a conexão com o Google pode ter sido predominante para, pelo menos, conseguir o domínio Hello.com. O ex-empregador de Orkut tinha o controle do domínio usado para um serviço de compartilhamento de fotos desativado em 2008. Contudo, a empresa manteve a posse até o início do ano, quando ela foi transferida para John Murphy, outro cofundador da Hello Network, que ocupa o cargo de diretor de tecnologia.

Murphy, inclusive, é um ex-colega de Orkut no Google, tendo passado mais de uma década como engenheiro de software e gerente na empresa de buscas. Outro dos funcionários, Benjamin Douglass, também trabalhou no Google por muitos anos.

A empresa está funcionando na cidade de Palo Alto, no Vale do Silício, na Califórnia. A cidade já abrigou empresas do calibre de Google e Facebook agora recebe o novo projeto de Orkut Buyukkokten. Não se sabe até onde a rede social Hello pode chegar, mas ela está contratando. Se você tiver interesse na área, disponibilidade para trabalhar nos EUA e tiver um nível fluente de inglês, vale a pena dar uma olhada neste link para ter a chance de trabalhar sob o comando de Orkut, criador do Orkut.

Fonte: Olhar Digital 

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set 17, 2014
admin

Análise: a força revolucionária do content marketing

Com cada vez mais opções de mídia, está ficando mais difícil e mais caro chegar aos consumidores só por meio da publicidade.

 

Análise: a força revolucionária do content marketing

 POR RENATO CAGNO

Gestor de projetos criativos de grande escala em múltiplas plataformas

O símbolo da mais importante transformação pela qual passa o mundo da comunicação atualmente aconteceu em 2012, e literalmente caiu do céu. Em 14 de outubro daquele ano, o pára-quedista Felix Baumgarten saltou de um balão na estratosfera e mudou a forma como vemos o Marketing. Com quase 34 milhões de visualizações no YouTube e a transmissão ao vivo mais assistida na história, o Red Bull Stratos Project foi visto e comentado em todo o mundo. Essa não foi apenas uma ação publicitária, mas o exemplo mais sofisticado já visto em content marketing.

Desde então, o assunto vem sendo levado mais a sério e vários novos cases surgiram, como Dove Real Beauty Sketches e Volvo Trucks/Jean-Claude Van Damme, e muitos agora esperam que esta nova disciplina de marketing cause uma revolução no relacionamento entre agências, profissionais de marketing e veículos. Mas eles estão um pouco enganados. Vai ser muito mais do que isso. A partir de agora, todo Marketing será content marketing.

O content marketing é a força mais revolucionária que atua no nosso mercado nos dias de hoje. Na medida em que as empresas percebem que, com cada vez mais opções de mídia, está ficando mais difícil e mais caro chegar aos consumidores, fica claro que publicidade não é mais suficiente. Mais do que nunca é necessário criar mensagens relevantes que as pessoas queiram consumir, ou seja, bom conteúdo. A estratégia de comunicação baseada em conteúdo surge, portanto, como uma alternativa poderosa. Não por acaso, em 2013, já consumiu 33% do orçamento de marketing no mercado americano (em 2012 havia sido responsável por 26% dessa verba).

Alguns impactos dessa tendência já podem ser previstos. O content marketing irá receber cada vez mais investimentos, ao mesmo tempo em que vai exigir uma mudança profunda no papel que as agências de publicidade e veículos de comunicação têm com os anunciantes. Estudos mostram que 54% dos profissionais de marketing planejam aumentar o investimento em conteúdo nos próximos 12 meses. E esta tendência só vai crescer. Hoje, 70% dos jovens estudantes de marketing e comunicação na Europa já acreditam que o cenário do marketing será dominado pelo content marketing em dez anos.

Mas isso é só o começo. Porque o content marketing não será apenas mais uma ferramenta de Comunicação; vai ser a mais importante. Estamos à beira de uma tremenda mudança épica. A era do broadcasting está rapidamente chegando ao fim. Ela está sendo substituída pela era do peer-to-peer, que em muitos aspectos é um intenso resgate da cultura que sempre dominou a experiência humana, com exceção dos últimos cem anos: a tradição oral. Isso é o que Jonah Sachs chama de “a era digitoral”.

Neste “velho” novo mundo, como foi durante séculos de tradição oral, as histórias que serão passadas de uma pessoa para outra serão as mais relevantes, significativas e confiáveis, em suma, o melhor conteúdo. Portanto, o poder estará com aqueles cujas histórias se tornam parte da mentalidade da sociedade, aqueles que se apropriam dos arquétipos mais antigos e tornam-se referências culturais para as pessoas. Para as marcas e o Marketing, nada será mais importante do que content marketing.

Andy Sternowitz costumava dizer que “a publicidade é o custo de ser chato”. Ele nunca esteve mais certo. É hora de se juntar à revolução do content marketing.

Fonte: Proxxima 

 

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set 17, 2014
admin

17 motivos para valorizar o serviço ao consumidor na mídia social

As redes sociais são canais eficientes para solucionar dúvidas e reter clientes.

 

17 motivos para valorizar o serviço ao consumidor na mídia social

 

Milhões de pessoas levam questões de serviço aos canais de social media. São reclamações e dúvidas públicas e a única pergunta para as empresas é como – e não ‘se’ – responderão. Ouvir não é mais um fim, mas um meio para avaliar onde a marca precisa engajar.

 
Confira 17 estatísticas que apontam a mídia social como um importante meio de serviço:

1- O uso de redes sociais continua a crescer e já é a principal atividade dos internautas. Norte-americanos passam, em média, 37 minutos em canais de social media, mais tempo do que qualquer outra atividade.

2- A Comscore constatou que smartphones e tablets respondem por 60% de todo o tráfego online.

3- 78% dos usuários ativos do Twitter acessam a plataforma via mobile; no Facebook, são 81%.

4- 67% dos consumidores já utilizaram algum site de social media para serviço, comparado a 33% para social media marketing.

5- 33% dos usuários preferem contatar marcas por meio das redes sociais em vez de telefonar.

6- 58% dos consumidores utilizam celulares quando compram em lojas físicas. Entre pessoas na faixa dos 18 a 29 anos, esse índice sobre para 78%.

7- 14% dos tuítes enviados para grandes varejistas são sobre problemas enfrentados pelos clientes nos pontos de venda.

8- 71% dos consumidores dizem que sentir que seu tempo é valorizado é a função mais importante que uma companhia pode fazer em prol de um bom serviço.

9- Por isso que quando consumidores recorrem a canais sociais, a empresa deve fazer tudo o que for possível para resolver esses problemas. Somente 2% dos clientes que receberam endereço de e-mail ou número de telefone na mídia social pediram essas informações.

10- A Gartner descobriu que falhar ao responder nos canais sociais pode resultar em um aumento de 15% no índice de desistência dos atuais consumidores.

11- E seus clientes podem estar discutindo sobre sua marca, mas sem mencioná-la diretamente. Menos de 3% dos consumidores mencionam uma empresa de forma direta no Twitter.

12- 66% dos consumidores globais trocaram de empresa no ano passado devido a experiências ruins com o serviço.

13- Quando empresas engajam e respondem às perguntas na social media, os clientes gastam de 20% a 40% a mais na loja.

14- Consumidores que têm experiências positivas na social media são três vezes mais propensos a recomendar a marca.

15- 42% das pessoas comentarão com os amigos sobre uma experiência positiva com a marca no social, enquanto 53% falarão sobre uma ruim.

16- A adoção de programas voltados para serviço ao consumidor saltaram de 12% em 2010 para 59% em 2013.

17- Marcas de grande porte priorizam o serviço ao consumidor na mídia social: 67% das companhias acreditam que o serviço ao consumidor no ambiente social é o canal de contato com a audiência mais eficiente.

Fonte: Proxxima

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set 17, 2014
admin

Redes sociais dentro do Facebook: conheça o novo plano de Zuckerberg

(Foto: Montagem/Olhar Digital)
Ao longo dos anos o Facebook foi deixando de ser uma rede social que aproxima amigos e familiares para se tornar um espaço para consumo de mídia, um problema que a empresa não conseguiu corrigir com mudanças de algoritmo ou aperfeiçoamentos realizados nas listas. Mas surgiu o rumor de que uma nova plataforma pode mudar essa situação.

O TechCrunch noticiou que o Facebook prepara um aplicativo chamado Moments que facilitará a comunicação entre pequenos grupos. Ele serviria, como descreve o The Verge, para criar pequenos facebooks dentro do Facebook.

Segundo a reportagem, o design atual o Moments é formado por uma grade onde ficam vários blocos, sendo que cada um representa um grupo como amigos da escola, familiares ou pessoas do trabalho. Basta tocar em um deles para fazer contato apenas com aquelas pessoas.

Isso representa uma mudança importante em relação à forma como funciona o Facebook atualmente, porque o site (e os aplicativos) são focados na troca de conteúdo, e não na audiência – que, para boa parte dos usuários, é justamente o que importa.

O Facebook já conta com um recurso de listas que permite separar os contatos, mas em 2010 o próprio Mark Zuckerberg admitiu que só 5% das pessoas usavam a ferramenta. No ano seguinte a empresa reformulou as listas para torná-las mais simples de usar, mas mesmo assim a ideia não pegou, por isso surgiu a necessidade de criar um app independente que facilite o contato com quem interessa.

O aplicativo está em testes pelos funcionários do Facebook, mas a empresa não se pronuncia sobre rumores. Além disso, há a possibilidade de que o Moments seja cancelado antes mesmo do lançamento ou que, quando lançado, ele apareça com um nome diferente.

Fonte: Olhar Digital

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set 16, 2014
admin

Infográfico: como o uso das redes sociais afetam o nosso cérebro

Segundo estudo da TollFreeForwarding, tuitar por dez minutos eleva o nível de ocitocina do sangue em 13%

 

Infográfico: como o uso das redes sociais afetam o nosso cérebro

A internet já se tornou parte da nossa rotina e é quase impossível ficar sem acessá-las. Mas, de que forma essas plataformas podem influenciar as conexões do cérebro humano? Para encontrar uma resposta para essa questão, a empresa TollFreeForwarding criou um infográfico que ilustra esse efeito.

As informações mostram que tuitar por dez minutos eleva o nível de ocitocina do sangue em 13%, gerando sentimentos prazerosos que podem levar ao vício psicológico. Além disso, navegar na internet por apenas cinco horas pode mudar toda a configuração do cérebro.

Confira:

Fonte: Proxxima 
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set 16, 2014
admin

O que pode ser feito para melhorar as baterias dos smarpthones?

(Foto: Reprodução)
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Um fato: a bateria dos celulares de hoje não acompanha o ritmo dos usuários e a evolução da indústria. Trata-se do grande gargalo da tecnologia móvel atualmente e basicamente todas as empresas estudam como fazer seus aparelhos durarem o dia todo.

Existem muitas barreiras para isso, assim como existem alternativas que não agradam a todos e por isso ainda não foram adotadas amplamente. Abaixo estão algumas das ideias para tentar solucionar este problema, listadas por Rhett Allain, professor de física que também colunista no blog Dot Physics, da Wired.

Baterias maiores
Ok, você precisa de baterias mais parrudas para aguentar o dia todo. No atual estado da indústria, isso só acontecerá aumentando o quantidade de “mAh” da bateria (nós já explicamos aqui o que significa esta unidade de capacidade de armazenamento de energia), o que também vem junto de um aumento do tamanho físico da fonte de energia.

Hoje um iPhone 5s tem 1570 mAh em sua bateria. Não é suficiente para um uso mais pesado por um dia todo. Se você quiser fazer este número saltar para 3000 mAh, você precisa, aproximadamente, do dobro de peso e do dobro de tamanho para a bateria, o que não pode ser ajustado na carcaça pequena do smartphone da Apple. Daí a necessidade de celulares maiores, como o iPhone 6 e o iPhone 6 Plus.

Ao fazer um celular maior, a maioria dos componentes não muda de tamanho, nem seu consumo de energia. A tela, porém, cresce e passa a exigir mais da bateria, mas o ganho compensa este aumento de demanda. Basta lembrar dos tablets, cujas baterias conseguem durar dias sem recarga. O próprio iPad tem essa capacidade, já que estamos citando a Apple como exemplo.

Maior densidade de energia
Ok, então você quer um smartphone pequeno que tenha uma grande duração de bateria. A ciência e a indústria ainda não estão neste ponto, infelizmente. A solução seria recorrer a outro material além do íon de lítio usado atualmente, capaz de concentrar mais energia em um espaço menor.

Essa medida se dá em megajoules por litro (MJ/L). A bateria de íon de lítio varia entre 0,9 e 2,63 MJ/L. Há outros materiais que podem ser mais eficientes, mas nem todos são práticos. Rhett Allain, com base na Wikipédia, cita os seguintes:

- Gasolina: 32,4 MJ/L
Bateria de chumbo-ácido: 0,34 MJ/L
Sanduíche (é, a comida):  10,13 MJ/L
Antimatéria: 9,3×10104 MJ/L (isso é um 9 seguido de um 3 e mais 103 zeros, caso tenha ficado a dúvida)

Um motor à combustão para queima de gasolina não parece muito prático para um celular. O sanduíche teria 5 vezes mais duração de bateria, mas também há um pequeno problema: junto com o pequeno sanduíche, também seria necessário um pequeno estômago para digerir a comida e possivelmente ter de expelir as impurezas. Isso no seu celular.

A outra opção é a antimatéria, que permitiria que seu celular funcionasse por mais de 10 mil anos sem recarga. Claro que a aniquilação da antimatéria em um espaço tão pequeno geraria radiação suficiente para matar o usuário. Talvez não seja uma boa ideia. Então estamos presos aos íons de lítio por algum tempo.

Celulares mais eficientes
Bom, esta é uma das metas para toda a indústria. Se precisamos manter o mesmo tamanho e a densidade de energia não deve aumentar muito nos próximos anos, o que resta é tentar reduzir o consumo. As empresas fabricantes de chips tentam criar processadores que dependam de menor energia, assim como telas e outros componentes. Talvez algum dia os smartphones cheguem ao nível dos notebooks, onde houve avanços grandes em relação ao consumo.

Recarga portátil
E se o celular conseguisse se recarregar conforme você usa. Existem algumas ideias, mas nem todas são viáveis, ao menor por enquanto.

- Recarga por digitação: já imaginou se cada toque na tela do aparelho gerasse um pouquinho de energia armazenada na bateria? Poderia ser uma solução, mas infelizmente não há energia o bastante em um toque para fazer o método valer a pena.

- Recarga solar: Com um painel solar cobrindo toda a volta do aparelho, talvez você conseguisse uma recarga completa em quatro horas, no melhor dos casos, deixando-o diretamente no sol. Usando-o no dia a dia, provavelmente a duração da bateria seria aumentada apenas um pouco.

- Recarga por som: se cada onda sonora gera alteração de pressão no ar, que poderia gerar impacto no celular semelhante à digitação citada acima, o que pode ser transformado em energia. Pouca energia. Em tese, no melhor dos casos, seriam necessários 100 dias para carregar totalmente a bateria com um som ambiente comum, de conversação. Claro, também existe a possibilidade de carregar seu celular em um show do Motörhead ou em uma construção, mas talvez você não queira passar por isso.

- Recarga por energia cinética: Alguns relógios possuem uma mola interna que permite que a  bateria se mantenha carregada  só de usar o aparelho em seu pulso. Talvez o mesmo pudesse ser aplicado a celulares? Provavelmente não; um imã e uma bobina provavelmente gerariam energia, mas dificilmente seriam capazes de alimentar a nova onda de relógios inteligentes, quanto mais os smartphones.

- Recarga sem fio: algumas fabricantes já tentam empurrar o conceito, que, no entanto, ainda está longe do ideal. Ele ainda requer que o celular se mantenha sempre perto de uma fonte de energia, o que não é prático quando se pensa em portabilidade. Não há muita diferença entre deixar o celular ligado a um cabo no seu computador ou mantê-lo estático em cima de uma superfície. Quem sabe no futuro não tenhamos recargas sem fio que funcionem em média ou longa distância? Desta forma, o celular estaria sempre carregando.

Fonte: Olhar Digital

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