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out 14, 2014
admin

Mark Zuckerberg doa US$ 25 milhões para combater ebola

zuckerberg

(Foto: Reprodução)
O CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, anunciou nesta terça-feira, 14, que está doando US$ 25 milhões (cerca de R$ 59,7 milhões) para a Fundação de Controle de Doenças (CDC, na sigla em inglês) nos Estados Unidos para ajudar a combater a epidemia de ebola.

O comunicado foi feito pela página pessoal de Zuckerberg no Facebook, que afirma que a doação será em conjunto com sua esposa, Priscilla Chan.

“A epidemia de ebola está num ponto crítico. Já infectou 8.400 pessoas até agora, está se espalhando rapidamente e as projeções sugerem que [o vírus] pode infectar um milhão de pessoas ou mais nos próximos meses”, afirma Zuckerberg.

“Acreditamos que a nossa concessão é a forma mais rápida de capacitar o CDC e os especialistas nesta área para evitar este resultado”, explica o executivo do Facebook.

Zuckerberg ainda ressaltou a importância de colaborações com essa no controle da doença. “Doações como esta ajudam diretamente os atuantes da linha de frente em seu trabalho heroico. Essas pessoas estão em campo criando centros de atendimento, treinando pessoal local, identificando casos de ebola e muito mais”, completou.

Fonte: Olhar Digital 

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out 9, 2014
admin

Infográfico: a presença dos canais de comunicação na rotina do jovem digital brasileiro

Infobase Interativa reúne dados do Ibope Media sobre a influência da tecnologia nas relações humanas desse público.

Infográfico: a presença dos canais de comunicação na rotina do jovem digital brasileiro

O anseio por liberdade, poder e voz ativa são algumas das principais características principais do jovem digital brasileiro. Com base em dados coletados pelo Ibope Media, a Infobase Interativa criou um infográfico que ilustra o comportamento desse público. A análise de jovens com idade entre 15 a 32 anos revelou que as redes sociais e os dispositivos móveis são os elementos mais presentes e influentes nas relações humanas estabelecidas entre os usuários. De acordo com a pesquisa, 82% dos entrevistados utilizam smartphones para acessar a internet e 96% possuem perfil no Facebook. Confira as informações completas abaixo:

Fonte: Proxxima 

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out 9, 2014
admin

Facebook não pretende ganhar dinheiro com WhatsApp tão cedo

 

Mark Zuckerberg

(Foto: AFP)

Agora que o Facebook finalmente se tornou dono do WhatsApp, nada mais natural do que receber algum dinheiro com a plataforma e recuperar ao menos parte dos US$ 22 bilhões gastos com a aquisição, certo? Errado.

Em entrevista à Reuters, o CEO da companhia, Mark Zuckerberg, afirmou que não há planos de monetizar a plataforma de troca de mensagens no curto prazo. O executivo não deu detalhes, só deixou claro que, por ora, o Facebook não ganhará dinheiro com o WhatsApp.

Faz oito meses que as duas empresas anunciaram a negociação, que deveria ser fechada por US$ 19 bilhões mas ficou em US$ 22 bi graças à valorização das ações do Facebook durante os meses em que o acordo vinha sendo concretizado.

Na época, as duas partes correram para afirmar que não haveria mudanças no funcionamento do WhatsApp e que ele não seria inundado com publicidades. A promessa vem sendo mantida e, até agora, a única cobrança que os usuários precisam respeitar é uma anuidade de US$ 0,99.

Fonte: Olhar Digital  

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out 6, 2014
admin

5 passos para seu plano de social media marketing dar certo

Investir em embaixadores da marca, que muitas vezes estão dentro de sua própria empresa, pode ser uma das armas mais poderosas nas redes sociais.

 

5 passos para seu plano de social media marketing dar certo

 

Algumas das maiores marcas do mundo estão investindo muito dinheiro para converter likes pagos e seguidores em ROI. Adivinhe: elas têm feito isso da forma errada.

 
Mergulharam no fundo do poço da social media como marcas, não como pessoas por trás das marcas. Desembolsaram enormes fatias de budget em vários canais de mídia social.

 
A ironia é que a solução para o desafio de conseguir pessoas – humanos de carne e osso – para compartilhar conteúdo atrelado à marca é algo que está bem próximo dessas marcas. Porque estatíticas apontam que os melhores embaixadores da marca são seus próprios funcionários que já compartilham conteúdo em seus próprios canais de sociais:

 
- 84% das pessoas confiam em recomendações de pessoas que conhece, comparado com 42% que confiam em anúncios de banner (Nielsen, 2013).
- 846 é o número médio de conexões de um usuário nas redes sociais (Pew Research, 2013 e DMR, 2014)
- 50% dos funcionários postam mensagens, fotos e vídeos sobre a empresa nas redes sociais (KRC Research, 2013).
- 39% dos funcionários já publicaram comentários positivos sobre a empresa no ambiente online (KRC Research, 2013).

 
Todo mundo já ouviu o ditado “marcas não são pessoas”. É verdade. Canais corporativos na mídia social têm se tornado cemitérios de content marketing enlatado, discursos regurgitados que refletem de maneira rasa e pobre os interesses e personalidades das pessoas – funcionários e consumidores – por trás de tudo isso.

 
E, ainda assim, as marcas continuam a imaginar por que ninguém se engaja com o conteúdo. Em grande parte, é porque muitas marcas tratam a social media como um mediador entre marca e pessoas.

 
Porém, o poder da social media é baseado na comunicação pessoas para pessoas.

 
Uma abordagem melhor
O melhor marketing é o boca-a-boca. O mesmo dizer se aplica à social media. Funcionários são os melhores embaixadores das marcas. E já compartilham conteúdo. Imagine ser capaz de emergir desse mar de conteúdo e humanizar sua marca, aproximar consumidores. Pessoas confiam em pessoas, não confiam em marcas.

 
Ao lado da confiança está a realidade de que a atuação eficaz de um funcionário que dizer que a empresa precisa abrir mão do controle. Tudo bem soltar um pouco as amarras se você usa as melhores ferramentas para escolher o melhor conteúdo de seus funcionários.

 
O benefício nativo do social está em sua democratização da informação e volocidade em distribuí-la. O benefício para empresas é que sua mensagem é recebida de forma mais ampla e significativa. Todas as ferramentas de promoção da marca devem permitir conteúdo moderado e ofensivo, mas somente as empresas que encorajam o fluxo livre de informações se beneficiarão verdadeiramente de seus embaixadores.
Então veja quais são os fatores que uma marca deve ter em mente ao aderir a uma estratégia que envolva cada funcionário da empresa:

 
1) Social media não traballha para geração de leads
Consumidores estão fugindo de seus feeds poluídos. Anúncios pagos estão sendo ignorados e o tráfego é fraudulento. Destinar 10% de seu investimento em marketing online para tráfego pago não vai dar bons resultados.
Em resumo, não espere que táticas tradicionais para atingir leads funcionem no marketing de social media. Em vez disso, abrace o real poder do social: sua autenticidade e amplitude.

 
2) Comunidades online entregam valor real
Consumidores e funcionários apoiam sua marca sem que você precise pedir isso a elas. Eles oferem insights e críticas ao produto.
Tenha certeza de investir no crescimento dessa comunidade. Ninguém deve ser ignorado quando participam. Se alguém posta e não obtém engajamento dos outros participantes, você precisa intervir,.

 
3) Social media é uma ótima forma para consumidores engajarem diretamente com a marca
Consumidores já esperam e na maioria dos casos já recebem respostas rápidas quando se comunicam com a marca nas redes sociais. Boas notícias chegam rápido, notícias ruins mais ainda.
Compartilhar conteúdo que reflita sua comunidade – não só sua marca – é uma forma eficaz de humanizar uma entidade que não é humana, como a marca de uma companhia.

 
4) Funcionários embaixadores são uma oportunidade
Engajar seus funcionários pode resultar no aumento de vendas, retenção, entre outros benefícios. Empresas precisam reconhecer que seus funcionários já falam sobre a empresa nas redes sociais. O que podem fazer em relação a isso é transformá-los em embaixadores da marca em vez de tentar restringir essas interações com políticas ineficazes.
Na social media é impossível controlar tudo ao mesmo tempo. Na verdade, não há motivo para tentar fazer isso.
Não exagere. Faça com que eles falem com certa frequência. Algo que possa parecer “ruim” logo é enterrado com novas histórias – não agir é a atitude mais correta em vários casos.

 
5) Você precisa ser estratégico na social media
Marketing, PR e vendas precisam trabalhar juntos e entregar mensagens consistentes e experiência positiva. A social media ainda é o patinho feio em muitas empresas com baixa visibilidade e budget mínimo apesar do impacto em diversas áreas do negócio. A oportunidade está lá para que líderes tomem a iniciativa e impulsionem os embaixadores que já fazem parte de sua estratégia.
Os melhores programas de social media focam em pessoas tanto quanto em produtos. Lembre-se disso e será recompensado.

 

Fonte: Proxxima 

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out 6, 2014
admin

E-merging Markets: o desafio da monetização de marcas e veículos no ambiente digital

Quinta edição do evento ocorreu na sexta-feira, 3, no Centro Britânico Brasileiro, em São Paulo.

 

E-merging Markets: o desafio da monetização de marcas e veículos no ambiente digital

 

POR ISABELLA LESSA
ilessa@grupomm.com.br

Durante a quinta edição do E-merging Markets, que ocorreu na última sexta-feira, 03, no Centro Britânico Brasileiro, em São Paulo, o consenso entre os profissionais de comunicação e marketing presentes foi que, para impulsionar a monetização digital, o mercado precisa explorar modelos sem medo de arriscar e consciente de que muitas adaptações serão feitas no futuro e, mais importante, no presente.

Para Alexandre Waclawovski, head de marketing digital da Nestlé, a integração das diversas possibilidades da mídia online – search, social e conteúdo – é um desafio, mas também é uma forma assertiva de medir o ROI. Na mesna linha de pensamento, Silvia Balieiro, gerente de estratégia digital da Editora Globo, apontou a publicidade nativa como uma das novas formas de obter receita publicitária na mídia online. “É uma experiência natural e espontânea que os leitores podem ter com a publicidade”, acrescentou, citando o projeto Caminhos para o Futuro, que a empresa faz em parceria com a General Eletric no site da Época Negócios.

 
Big Data
Se antes era difícil e caro obter dados – trabalhava-se apenas com aproximações – hoje é o contrário e é possível comprovar que nenhum consumidor é igual ao outro. Publishers têm que prestar atenção nos dados individuais para saber o que melhor se encaixa no framework e no discurso de marca. Porém, esse é um trabalho que deve levar tempo. Categórico, Marcelo Coutinho, diretor de inteligência de mercado do Terra, afirmou que não dá mais para monetizar o digital sem dados. “Qual o real significado do Big Data? São informações que devem ser transformadas em oportunidades de negócio”. De acordo com Andiara Petterle, CEO da Predicta, existem dois tipos de dado: o offboard, de caráter gerencial, para tomar decisões, e o onboard, informação viva que é aplicada no online. Já Luiz Biagotti, country manager da Outbrain, frisou a contextualização que os dados devem proporcionar quando o usuário acessa um site.

 
Modelos de monetização em sites
Paul Johnson, da MPP Global Solutions, multinacional que oferece tecnologia de CRM e e-commerce, reiterou que existe uma série de modelos de negócios que devem ser testados pelos veículos de comunicação, pois não existe uma única solução. Ele citou algumas possibilidades de paywall, como o signwall, onde o leitor pode ler 15 artigos gratuitos por mês e posteriormente deve realizar uma assinatura, o freemium, que disponibiliza o conteúdo de forma gratuita mas cobra por recursos adicionais e o híbrido, entre gratuito e pago. Segundo ele, o micropagamento – compra de pacotes individuais por artigo – é uma alternativa pouco explorada, mas interessante. “É preciso ter flexibilidade ao adotar qualquer um desses modelos”. Melissa Beltrão, head of digital business unit do jornal O Globo, contou que o modelo paywall foi adotado há um ano e que as alterações no modelo são parte fundamental para haja evolução no digital. “Nosso paywall é facilmente burlável, mas nossa intenção é fazer um trabalho de conscientização com o leitor, para que ele perceba que vale a pena pagar”, disse Murilo Bussab, diretor de circulação e marketing da Folha de S. Paulo. Ao final do painel, um desafios mencionados pelos palestrantes é como ajustar a lógica do paywall para o mobile.

 
Investimento em vídeos online
“Tudo o que foi feito na publicidade nos últimos 50 anos não funciona mais”, declarou Felipe Neto, CEO da Paramaker. Para ele, ainda que haja um certo receio, as marcas estão mais confiantes em investir em campanhas de vídeos online. Como exemplo de case, citou a campanha que fez para a série Hemlock Grove, do Netflix, em seu canal no YouTube. No vídeo, ele fala mal da série. “Impactou 3 milhões e meio de pessoas. Mas claro que esse formato não funciona para qualquer marca, é preciso fazer um trabalho a quatro mãos para saber o limite entre audiência, marca e agência”.
O E-Merging Markets teve apoio da ProXXIma, IAB Brasil, Aner, Kaltura e MPP Global Solutions.

Fonte: Proxxima 

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out 2, 2014
admin

Pesquisa: 86% das empresas B2B utilizam content marketing

Pesquisa realizada pelo Content Marketing Institute revela preferências de profissionais de marketing em relação a estratégias, plataformas e canais pagos.

Pesquisa: 86% das empresas B2B utilizam content marketing

 

Segundo pesquisa do Content Marketing Institute, divulgada nesta quarta-feira, 1, a maioria dos profissionais de marketing B2B utilizam o content marketing como estratégia de aproximação.

 
A quinta edição do estudo anual “2015 B2B Content Marketing Benchmarks, Budgets and Trends” baseou-se em uma pesquisa online feita com mais de 1,8 mil empresas de marketing B2B norte-americanas em julho e agosto deste ano.
O resultado revelou que 86% dos entrevistados utilizam content marketing como parte da sua estratégia. Entretanto, 48% afirmam não documentá-la e 35% registram a ação.

 
Manter uma estratégia de gerenciamento de conteúdo documentada parece surtir efeito; 60% dessas empresas apresentam alto grau de eficiência em content marketing, em comparação aos 32% que obtêm sucesso apenas com um plano verbal.

 
Mensurar o ROI em content marketing permanece um desafio. Apenas 21% dos profissionais dizem conseguir monitorar com sucesso esse retorno, embora 35% das empresas que registram sua estratégia alegam ser bem-sucedidas nesse monitoramento.
Apesar dos desafios, 70% das empresas B2B estão criam mais conteúdo do que há um ano, mesmo aquelas que se julgam menos eficazes (58%) e as que não apresentam qualquer tipo de estratégia (56%). Além disso, 55% dessas companhias planejam aumentar o orçamento destinado a content marketing nos próximos 12 meses.

 
Atualmente, essas empresas investem cerca de 28% do seu orçamento total de mídia em content marketing. Porém, as marcas mais bem sucedidas alocam uma média de 37% e as menos eficazes, apenas 16%.

 
Os métodos mais utilizados em content marketing são redes sociais (92%), newsletter (83%), artigos no site da companhia (81%), blogs (80%), eventos presenciais (77%), estudos de caso (77%) e vídeos (76%). Em termos de eficiência, as estratégias mais adotadas são eventos presenciais (69%), webinars ou webcasts (64%), vídeos (60%) e blogs (60%).

 
Com relação às plataformas de social media, as mais utilizadas foram: LinkedIn (94%), Twitter (88%), Facebook (84%), YouTube (72%) e Google+ (64%). O LinkedIn também foi classificado como a rede social mais eficaz (63%), seguido por Twitter (55%), YouTube (48%) e SlideShare (42%).

 
Já os principais canais publicitários pagos utilizados para o content marketing foram search engine marketing (58%), impresso ou outras promoções off-line (52%), anúncios em banner online (49%) e anúncios em redes sociais (48%).

Fonte: Proxxima 

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out 2, 2014
admin

Usuários aceitam ceder o filho em troca de Wi-Fi grátis

Quais são os perigos das redes Wi-Fi públicas? Se você tem algum conhecimento tecnológico, provavelmente sabe que não deve acessar dados confidenciais em redes públicas, mas a F-Secure, empresa de segurança, em parceria com a Cyber Security Research Institute, foi além. A empresa configurou um hotspot em Londres e fazia uma exigência básica aos usuários: que entregassem seu primogênito em troca da conexão.

Sabe aqueles termos de uso que você nunca lê quando se conecta a um hotspot na rua? A empresa quis comprovar os absurdos a que as pessoas podem se submeter pela conexão e obteve sucesso. Seis pessoas aceitaram, obviamente sem nem dar atenção ao item apelidado “cláusula de Herodes”, em referência à passagem bíblica. Depois destas pessoas, a página foi desabilitada, mas a rede continuou sendo oferecida.

Em comunicado divulgado para a imprensa, a F-Secure brinca com a situação. “Como isso é um experimento, nós iremos devolver as crianças aos seus pais. Apesar de termos e condições serem legalmente válidos, é contrário à política pública vender crianças em troca de serviços gratuitos, então a cláusula não seria válida no tribunal”, afirma.

O objetivo era apresentar os riscos associados com as redes públicas, que não só podem apresentar termos de uso abusivos dos quais os usuários não tomam conhecimento, mas também comprovar como é fácil para um cibercriminoso roubar dados de usuários. Afinal de contas, todo o tráfego poderia ser monitorado pelos responsáveis pela pesquisa. E foram mais de 250 acessos em apenas meia hora. Bastou um nome confiável para atrair centenas de usuários, então o que impediria alguém de fazer isso com más intenções?

As possibilidades para este tipo de crime são enormes e vão desde o roubo de credenciais de acesso a serviços online, endereço de e-mail para distribuição de spam, ou até mesmo ler o conteúdo de mensagens. Também é plenamente possível o roubo de informações bancárias, caso a pessoa faça algum tipo de transação em uma rede maliciosa.

Fonte: Olhar Digital 

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set 29, 2014
admin

Sem anunciantes, nova rede social Ello quer ser o anti-Facebook

Operando em beta, só usuários com convite podem usá-la. Plataforma quer ser antagonista de Mark Zuckerberg, mas ainda não explicou como sustentará o negócio.

Sem anunciantes, nova rede social Ello quer ser o anti-Facebook

 

O manifesto de lançamento da rede digital Ello revela sua essência, ou pelo menos o que ela não pretende ser: “Sua rede social é propriedade de anunciantes”. Seu objetivo, em poucas palavras, é ser o anti-Facebook. Por enquanto, a Ello funciona em beta e, nesse período de testes, apenas usuários convidados podem navegar e interagir por lá.

O objetivo da Ello é existir sem a necessidade de anúncios. “Nós acreditamos que uma rede social pode ser ferramenta para dar poder. Não uma ferramenta para enganar, coagir e manipular”, diz o manifesto.

O discurso parece ter conquistado muitos seguidores na internet. Na quinta-feira, 25, a rede congelou a abertura de novas contas e, em comunicado, assumiu que, para não ter problemas no serviço, não aceitaria novos usuários por enquanto.

O que a Ello não especifica em seu manifesto é como pretende continuar a operação quando for necessário aumentar o número de funcionário do serviço ou pagar por melhores servidores. O Facebook cria produtos e faz sua manutenção para um total de 1,3 bilhão de usuários. É caro e requer investimento alto e diário no desenvolvimento e manutenção de tecnologia.

Fonte: Proxxima 

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