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abr 15, 2014
admin

Larry Page recebeu apenas US$ 1 da Google em 2013

De acordo com pesquisa conduzida pela Equilar, o executivo não chegou a ganhar qualquer outro tipo de compensação no ano anterior

Por Rafael Gazzarrini

(Fonte da imagem: Reprodução/DroidLife)

A Google é uma empresa enorme, sendo que ela influencia diferentes segmentos de mercado e não somente o de tecnologia. Além disso, 2013 foi um bom ano para a companhia, já que ela mostrou diversos planos de peso — como o Google Glass, por exemplo — e fez com que as suas ações fossem valorizadas em 56%.

Por conta disso, é de se pensar que o CEO da Google tenha ganhado uma quantia gigantesca de dinheiro no ano que passou, não é mesmo? Pois acontece que a realidade não é bem essa, por mais incrível que pareça. De acordo com uma pesquisa feita pela empresa Equilar, Larry Page ganhou apenas US$ 1 em 2013.

Mas ele continua com “algumas” economias…

Essa quantia simbólica diz respeito ao salário anual do executivo, algo que não é exatamente uma novidade — Page e Sergey Brin ganham esse valor desde 2004, sendo que essa espécie de moda no ramo da tecnologia foi criada por Steve Jobs, em 1997. No entanto, essas pessoas costumam ganhar uma verdadeira fortuna através de bônus e compensações de diferentes tipos.

Este não foi o caso de Larry Page em 2013, ainda segundo os dados coletados pela Equilar, já que ele ganhou apenas o seu salário anual. Mesmo assim, a Forbes indica que a fortuna do executivo de uma das maiores empresas do mundo é de US$ 32,5 bilhões (quase R$ 73 bilhões) — ou seja: ele pode passar um tempo considerável vivendo de renda, por assim dizer.

Enquanto isso, o CEO da Oracle, Larry Ellison, é o executivo que mais faturou em 2013, com US$ 78,4 milhões (R$ 180 milhões). Ele é seguido de perto por Robert Iger, presidente-executivo da Disney, que ganhou US$ 34,3 milhões (R$ 78,8 milhões). É muito dinheiro, não é mesmo?

Fonte: Mashable

Fonte: Tecmundo

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abr 15, 2014
admin

7 citações memoráveis de Steve Jobs

O falecido fundador da Apple deixou bem claro seus valores profissionais e pessoais, sendo que eles ainda influenciam muitas pessoas

Por Rafael Gazzarrini

(Fonte da imagem: Reprodução/Lifehack)

Steve Jobs faleceu em 2011, aos 56 anos, mas ainda é uma personalidade bastante influente, principalmente no ramo da tecnologia. A sua preocupação com a excelência dos seus produtos foi algo que atraiu muita gente e fez da Apple a empresa marcante e de grande porte que ela é hoje em dia — e conquistar tudo isso não é algo pequeno.

Levando tudo isso em consideração, é natural imaginar que Jobs era uma pessoa que deixou discursos marcantes durante a sua vida. Afinal de contas, ele foi uma pessoa que realmente tinha conhecimento para transmitir. Pensando nisso, o pessoal do site Business Insider montou uma lista com frases e citações importantes ditas pelo antigo executivo.

Com base nisso, o Tecmundo selecionou sete pensamentos, por assim dizer, que refletem o que Steve Jobs tinha “por dentro”. Assim como você pode conferir abaixo, esses são exemplos dos valores que norteavam o seu trabalho, sendo que o seu legado construiu parte do mercado de tecnologia que nós conhecemos hoje em dia.

1. Lembrando-se da morte

“Lembrar que você vai morrer é a melhor maneira que eu conheço de evitar a armadilha de pensar que você tem algo a perder. Você já está nu. Não há razão que o impeça de seguir seus sonhos.”

2. Questão de pontos…

(Fonte da imagem: Reprodução/Wikinoticia)

“Você não pode juntar os pontos olhando para frente; você pode conectá-los apenas olhando para trás. Então, você deve confiar que os pontos vão se conectar de alguma forma no seu futuro. Você precisa confiar em alguma coisa — nos seus colhões, destino, vida, carma, qualquer coisa. Essa abordagem nunca me deixou para baixo e fez toda a diferença na minha vida.”

3. Satisfação VS Trabalho

“O seu trabalho vai ocupar grande parte da sua vida, e a única maneira de ser realmente satisfeito é fazer aquilo que você acreditar ser um ótimo trabalho. E a única maneira de realizar um ótimo trabalho é amar aquilo que você faz. Se você ainda não encontrou isso, continue procurando. Não se acomode. Assim como em todos os assuntos do coração, você vai saber quando achar. E como em qualquer grande relacionamento, só fica melhor com o passar dos anos. Portanto, continue procurando até encontrar isso. Não se acomode.”

4. O que é criatividade?

(Fonte da imagem: Reprodução/Cultofmac)

“Criatividade é apenas conectar coisas. Quando você pergunta a uma pessoa criativa como elas criaram algo, elas se sentem culpadas, pois não criaram algo de fato, apenas viram alguma coisa. Isso parece óbvio a elas depois de algum tempo.”

5. Foco no maravilhoso

“Ser o homem mais rico do cemitério não importa para mim… Ir para a cama à noite dizendo que fizemos algo maravilhoso… Isso é o que importa para mim.”

6. Viva ao máximo…

(Fonte da imagem: Reprodução/ioaacontece)

“Quando eu tinha 17 anos, li uma citação que dizia o seguinte: ‘Viva cada dia da sua vida como se fosse o último, um dia você com certeza vai estar certo’. Aquilo me impressionou e, desde então, nos últimos 33 anos, eu me olho no espelho toda manhã e pergunto para mim mesmo: ‘Se hoje fosse o meu último dia de vida, eu gostaria de fazer o que eu tenho que fazer?’. Sempre que a resposta é ‘não’ por muitos dias seguidos, eu sei que preciso mudar alguma coisa”.

7. O esquema é não se acomodar

“Eu penso que, se você faz algo e isso se torna realmente bom, então você deve realizar mais alguma coisa incrível, sem se apoiar nisso por muito tempo. Apenas descubra o que está por vir”.

Depois de conferir todas essas frases e citações, não se esqueça de nos contar qual delas é a sua preferida — para isso, basta postar um comentário logo abaixo.

Fonte: BusinessInsider

Fonte: Tecmundo

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abr 15, 2014
admin

Brasil: casos de “sexting” cresceram mais de 100% em 2013

Pesquisa diz respeito ao compartilhamento de fotos íntimas pela internet, sendo que o estudo foi realizado pela ONG Safernet Brasil

Por Equipe Tecmundo

(Fonte da imagem: Shutterstock)

Você já ouvir falar dos termos “nude selfie” e “sexting”? Eles fazem alusão ao compartilhamento de fotos íntimas em sites e também através de aplicativos feitos para smartphones. Esse tipo de atividade é extremamente danosa para a pessoa que aparece nas imagens, de modo que casos de suicídio já aconteceram.

O problema é que a ONG Safernet Brasil realizou uma pesquisa e constatou que o número de casos de “sexting” em solo brasileiro mas do que dobrou em 2013. Em 2012, a organização recebeu 48 pedidos de ajuda por conta de problemas variados com fotos íntimas, sendo que esse número subiu para 101 no ano anterior.

E deve piorar ainda mais…

A pesquisa “entendeu” como vítimas as pessoas que procurar a Helpline Brasil ou o Canal de Ajuda com o objetivo de tratar problemas por conta do compartilhamento indevido de imagens sensuais — ou seja: quando alguém divide uma foto íntima sem a permissão explícita de quem aparece naquele retrato.

Ainda segundo os dados da Safernet Brasil, 2014 deve conter ainda mais casos deste gênero, já que já foram contabilizados 21 atendimentos — e esse tipo de situação acontece no país inteiro. De acordo com a psicóloga Juliane Cunha, o envio de selfies com nudez acontece pelo simples fato de que pessoas jovens encontraram em smartphones um novo modo de expressar a sua sexualidade, resultando em um jogo sexual.

Mais alguns números

Apesar de casos de compartilhamento indevido de fotografias acontecerem em todo o país, São Paulo é o estado com a maio concentração de vítimas. De janeiro de 2012 até fevereiro de 2014, 20 atendimentos foram deito na região. Em seguida há Bahia (11 casos) e, em terceiro lugar, Rio de Janeiro (6 casos).

O perfil de pessoas prejudicadas com o “sexting” são garotas de 13 até 15 anos, sendo que o maior problema disso tudo é que não há como controlar o compartilhamento de conteúdo íntimo. Por conta disso, a Safernet começa com uma campanha de conscientização neste semana, com o objetivo de impedir a disseminação de conteúdo sexual em que apareçam crianças, adolescentes e jovens.

É, é crime sim!

Caso você esteja se perguntando, saiba que o compartilhamento de fotografias ou vídeos com conteúdo sexual de maneira indevida é crime, se enquadrando como injúria ou difamação. Além disso, conteúdo com crianças a adolescentes também ferem o Estatuto da Criança e do Adolescente, o que pode gerar até 6 anos de prisão. Portanto, tome cuidado com o que você passar para os seus amigos!

Fonte: G1

Fonte: Tecmundo

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abr 15, 2014
admin

Por que é difícil ser uma marca no Instagram

Falta de ferramentas de publicação ou APIs resultam em um trabalho bastante manual para as marcas

POR COTTON DELO
Do Advertising Age

O Instagram é um grande desafio para as marcas.

Recentemente, a rede social de compartilhamento de fotos e vídeos atingiu 200 milhões de usuários mensais ativos e um engajamento de1,6 bilhões de likes diários. Cada vez mais, marcas e agências querem desenvolver uma estratégia de conteúdo na plataforma, porém, a tarefa não tão fácil como no Facebook ou no Twitter.

Enquanto as marcas utilizam tecnologias sofisticadas para publicar nessas redes sociais, o Instagram ainda não lançou nenhuma ferramenta de publicação (APIs), o que significa que postar lá é um processo muito manual. Empresas de marketing social, como Expion, Spredfast e Sprinklr, e gigantes como a Salesforce não podem construir softwares para disponibilizar as publicações no Instagram na escala que as marcas querem.

No nível mais básico, isso significa que os posts de grandes empresas na rede social ainda estão sendo feitos por smartphone, e não podem ser agendados. Do lado analítico, isso quer dizer que agências e marcas não podem contar com uma ferramenta third-party para reunir insights estratégicos como o melhor horário para postar determinados tipos de conteúdo, quais os melhores filtros para fotos e vídeos, apesar de existirem ferramentas como o Nitrogram.

Processo manual
Avaliar a performance do conteúdo no Instagram se torna um processo de mensurar likes e comentários a cada post.

“O principal desafio é que não há nenhuma ferramenta profissional de publicação”, afirma Michael Lebowitz, CEO da Big Spaceship. “O Instagram é uma plataforma social extremamente importante e as marcas estão muito presentes no lado positivo, mas ainda estão tendo que publicar como usuários únicos no feed”.

Portanto, as marcas têm uma dor de cabeça, em termos de logística, para engajar e aumentar o número de seguidores no Instagram. Por exemplo, a 360i observou que alguns clientes são mais engajados nas noites de sexta e sábado, de acordo com Matt Wurst, vice-presidente de social media da empresa. Isso mostra que um funcionário precisa estar disponível nesses períodos.

Já que os responsáveis pelas postagens da marca têm que sair de suas próprias contas antes, há sempre o risco de alguém publicar uma foto pessoal no perfil da marca.

“Não aconteceu conosco, mas estou batendo na madeira”, conta Wurst.

E também, o Pinterest
Só para registrar, o Pinterest também não possui APIs ou ferramentas de publicação. No entanto, Wurst disse que essa questão não é tão delicada.

“A maneira como o site do Pinterest foi construído facilita a utilização de tecnologias”, diz.

Embora agências digitais poderiam ter mais benefícios com melhores ferramentas de publicação e insights, Sophie Kelly, CEO do The Barbarian Group, também enxerga o lado bom do Instagram, que está prestes a lançar um programa premium de publicidade. Com mais insights sobre performance orgânica do conteúdo, ela acha que as marcas estarão mais propensas a tentar anúncios.

“Para atrair mais anunciantes para isso, entender os insights e as análises por trás do conteúdo orgânico nos ajudaria muito a desenvolver esses cases”, afirma Kelly.

O Instagram ainda não deu nenhuma data de lançamento, mas antecipou que melhorias estão por vir. “Nossa maior prioridade é manter a experiência de comunidade na plataforma, avaliando ferramentas e métricas que ajudarão as marcas a serem bem-sucedidas na rede social – seja por meio de interfaces nativas ou via APIs”, declarou uma porta-voz.

Aliás, a rede social tem APIs que os desenvolvedores podem utilizar para impulsionar conteúdo com base em hashtags e localizações, assim como de contas específicas mediante permissão do usuário. Fazer curadoria das imagens do Instagram em outros sites é um estudo comum para as marcas.

Fonte: Proxxima

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abr 15, 2014
admin

Como os principais players da internet trabalham para derrubar os cookies

Google, Apple e Microsoft concentram esforços para alcançar os consumidores em seus dispositivos móveis

POR MARK BENGEN
Do Advertising Age

Durante anos, os cookies foram o ponto resplandecente da publicidade mobile. As fatias do código que mensuram dados do usuário na web não funcionam bem em celulares. Outras soluções de rastreamento são fragmentadas. Então, os anunciantes encheram as telas dos dispositivos móveis com banners, na esperança de conquistar vendas.

Agora, boa parte das companhias de tecnologia planeja abandonar o cookie e começar a rastrear os consumidores em seus celulares e em outros dispositivos.

No ano passado, o Facebook não esclareceu suas intenções quando comprou o servidor de anúncios Atlas Solutions, da Microsoft. Agora, a empresa se prepara para vender a ferramenta como uma “solução multiplataforma” que tornará o cookie obsoleto, segundo Graham Mudd, diretor de mensuração de publicidade do Facebook.

“Nosso grande erro no desktop foi utilizar métricas e atribuições que só funcionavam nessa plataforma”, diz. “Isso limitou significativamente nosso orçamento destinado ao digital”.

Outras gigantes estão abandonando o rastreador de desktop e favorecendo os ambientes nos quais os usuários estão presentes. Recentemente, Microsoft e Apple apresentaram identificadores únicos para seus smartphones e tablets.

Em março, o Google declarou que seu app mobile para e-mails está integrado com seus outros aplicativos. Em 2 de abril, a empresa mostrou a Universal Analytics, versão de sua ferramenta para mensuração de campanhas em múltiplos dispositivos por meio do ID do usuário.

Com grandes audiências conectadas, esses players da tecnologia estão à frente quando se trata de rastrear usuários nos dispositivos.

O Google Analytics é a ferramenta mais barata para rastrear anúncios de campanhas, mas “nos apresentou apenas o aspecto parcial da história”, afirma Feras Alhou, presidente de digital analytics da E-Nor, que estava entre os parceiros selecionados pelo Google a experimentar o novo produto.

Em uma campanha com a TiVo, e E-Nor mensurou um salto de 40% em visualizações e sessões via app mobile, em meio a oscilações da audiência por diferentes telas. O InfoTrust, outro gerente de anúncios que utiliza o produto em sua versão beta, elogiou a possibilidade inédita de localizar o mesmo consumidor no desktop e no mobile.

“Se você pode mudar a abordagem de visitas para visitante, dá para ter muito mais visibilidade”, diz Alhou.

Mudd se refere a essa mensuração como “nível censos”. Quando o Facebook lançou seu serviço de anúncios, implantou seu próprio kit de software para traçar comportamentos no smartphone. No ano passado, firmou acordos com três empresas de dados: Acxiom, Datalogic e Epsilon. Mudd adianta que estão previstas funcionalidades baseadas em geolocalização.

Diante dessas ambições em várias telas, o Facebook planeja ir ao encontro do líder da indústria; a Nielsen quer integrar as métricas mobile com a TV ainda este ano.

Sean O’Neal, presidente da Adaptly, plataforma de anúncios mobile que trabalha com o Facebook, diz que a rede social tem limitações na disputa das telas. Em casa, ele utiliza o Google Chrome; no trabalho, outro; e no seu iPhone, um terceiro. Mas em cada device ele acessa sua conta no Facebook.

“O ID universal de hoje é o login do Facebook”, afirma ele. “Esse desafio de mensurar o mobile foi resolvido, mas sem muita fanfarra”.

Fonte: Proxxima

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abr 14, 2014
admin

“Selfie” pós-sexo é a nova forma de autoexposição

Publicações estão dividindo opiniões em redes sociais e aplicativos de mensagens instantâneas

Por Luccas Monteiro

(Fonte da imagem: Reprodução/FolhaUOL)

Por Laura Maia de Castro e Marina Azaredo

São Paulo (AE) – De propósito ou sem consentimento, a privacidade das pessoas (agora também em relação a sexo) está cada vez mais exposta – não apenas nas redes sociais, mas também nos aplicativos de mensagens instantâneas. Com dois cliques, imagens de conversas, fotos e vídeos viajam o País e até mesmo o mundo e são compartilhadas por milhares de pessoas. Recentemente, uma nova febre invadiu as redes sociais: o autorretrato de casais depois de terem relações sexuais.

Identificados na legenda como #aftersexselfie ou simplesmente #aftersex, os mais de 9,3 mil retratos publicados no Instagram têm dividido opiniões. Muitos usuários das redes sociais condenam a prática alegando que o limite da exposição de algo que deveria permanecer entre quatro paredes foi ultrapassado. Entretanto, uma página internacional criada no Facebook há 12 dias intitulada “After Sex Selfies” tem mais de 535 mil curtidas de pessoas de todo o mundo. Em geral, os retratos não têm nudez e mostram o rosto do casal.

Hashtag

A secretária Tamires de Oliveira, de 26 anos, e o estudante de Engenharia Roberto Junior, de 24, são noivos e publicaram na semana passada uma foto na rede social com a legenda #aftersex. O retrato mostra parte do rosto dos dois deitados olhando para a câmera. “Eu já tinha essa foto, mas por curiosidade publiquei com a hashtag quando vi que ela estava sendo utilizada”, disse Tamires. Para Junior, é a identificação na legenda que “entrega o momento”. “Acho que, se não fosse a hashtag, ninguém ia reparar em que momento ela foi tirada”, disse.

Para a psicóloga Luciana Ruffo, do Núcleo de Pesquisas da Psicologia em Informática da PUC-SP, a exposição em si tem um caráter diferente nos dias de hoje. “Podemos dizer que (o aftersex) é uma autoexposição, mas esse conceito tem mudado muito. Essa geração é nascida e criada com a questão da internet e do compartilhamento. Eles entendem o mundo privado de uma forma diferente do que a maioria das pessoas que não foi criada com essa tecnologia entenderia. É uma questão de geração”, disse Luciana. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Via Em resumo

Fonte: Tecmundo

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abr 14, 2014
admin

Telefônica quer mostrar viabilidade de novos modelos regulatórios com cidade digital

Bruno do Amaral

A Telefônica/Vivo promoveu nesta sexta-feira, 11, a inauguração do projeto de Cidade Digital no município paulista de Águas de São Pedro, a 187 km da capital, que funcionará de modelo para projetos semelhantes em São Paulo e outras regiões. Mas, além de servir como piloto de uma cidade conectada e com recursos eletrônicos, a iniciativa da operadora tem outro objetivo claro: mostrar como a modernização da infraestrutura de redes pode trazer benefícios ao município, e isso inclui mostrar para a Anatel e para o Ministério das Comunicações a necessidade de revisão nas regras de instalação de antenas e de bens reversíveis.

“Tivemos a preocupação de registrar tudo, se aconteceu como era esperado, e isso criou um conjunto grande de informações para melhorar internamente e para demonstrar para o regulador um caminho, passando por questões sensíveis como a modernização de redes, bens reversíveis e de uma regulamentação mais moderna, na qual tenhamos o cidadão como centro, a possibilidade da geração de aplicativos como centro, e não mais uma regulação que se fixe em serviços, que se fixe em tecnologia”, destacou o presidente da Telefônica, Antonio Carlos Valente.

Ele exemplificou a reversibilidade de bens citando a antiga central telefônica, desativada com a troca da rede de cobre pela malha “de 5 km a 10 km de fibra” no município do interior paulista. A operadora passou a utilizar apenas pequenos armários – oito no total, contando com cidades próximas – distribuídos pela região. “A central era muito pequena, então a utilização dos recursos gerados pela comercialização desse bem certamente não seriam na dimensão suficiente para um projeto desses. Mas é importante para ter uma fonte de recursos para contribuir para acelerar todos esses processos”, argumenta.

Além do prédio desativado, Valente explica que houve necessidade de adequar a engenharia, o backoffice, propostas comerciais, questões operacionais com as novas redes óticas e questões de caráter institucional e regulatório. A ideia é utilizar o ambiente controlado de Águas de São Pedro como um laboratório para proporcionar o mesmo tipo de modernização da conectividade em outras cidades. “Todas essas coisas precisam trabalhar harmonicamente, mas certamente precisaremos fazer aprimoramento ao longo do tempo”.

A principal dificuldade de implantar um projeto dessa magnitude em grandes centros, para Valente, é a de locação de sites para a infraestrutura móvel, especialmente para a rede 4G. Segundo o executivo, pelo menos na capital paulista há um progresso para modificar essa inviabilidade. “A Câmara de Vereadores de São Paulo, com comando do vereador Jose Américo (PT-SP), tem avançado com novo projeto de Lei (de Antenas)”, afirmou. Na rede fixa, ele afirma que há problema de viabilidade econômica, justificando que a instalação de acessos de fibra até a residência (FTTH) é muito onerosa. “Por isso que é importante que ativos que venham a ficar sem uso, como edifícios e instalações que fiquem disponíveis, venham também a ser utilizados como fontes de recurso. Aí é questão de modernização da regulação apara que seja usada para o bem das pessoas”, reforça.

Piloto

O projeto de Cidade Digital é uma parceria público-privada (PPP) com investimento de R$ 2 milhões por parte da Telefônica. Além de substituir a rede antiga por fibra, oferecendo conexões fixas de até 25 Mbps, a cidade de Águas de São Pedro passa a ter também cobertura 4G. Segundo a área técnica da Telefônica, o backhaul é alimentado por fibra com link de 10 Gbps, expansível com upgrades nas pontas. A Huawei forneceu os equipamentos e armários, enquanto a Ericsson foi a parceira escolhida para a solução de iluminação pública inteligente.

A iniciativa traz ainda soluções para educação como a entrega de tablets e de banda larga Wi-Fi nas instituições, que deverão ainda receber conteúdo da Vivo como os serviços over-the-top Nuvem de Livros e Nuvem de Jornaleiro. Haverá também recursos eletrônicos como o e-health com uso de dispositivos móveis entre médicos e enfermeiros; vigilância sanitária, com aplicações para mapear focos de dengue; e serviços de turismo, com totens digitais espalhados pela cidade.

Fonte: Mobile Time

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abr 14, 2014
admin

Certificado de segurança em desenvolvimento móvel chega ao Brasil

Fernando Paiva

Muita gente se especializou no desenvolvimento de aplicativos móveis nos últimos anos no mundo todo. Mas quantos têm conhecimento suficiente para garantir que seus aplicativos foram programados levando em consideração requisitos básicos de segurança? Para certificar que um profissional detém esse conhecimento, a CompTIA, uma associação mundial de empresas de TI, criou um certificado especialmente para essa área, chamado Mobile App Development Security+, em versões separadas para Android e iOS. A prova já pode ser feita no Brasil e em breve ganhará seu primeiro curso preparatório, oferecido pela Clavis com uma plataforma de ensino à distância.

“Fazer um app móvel é simples. Muitos dos desenvolvedores são free lancers. O problema é que a maioria entrega o app e valida sua segurança depois. Se o desenvolvedor não pensar em segurança durante a programação, porá em risco o celular do usuário”, explica Marco Carvalho, representante da CompTIA no Brasil. “O nível de segurança dos aplicativos móveis criados no Brasil é bem baixo. É comum, por exemplo, o armazenamento de dados sensíveis no aparelho, o que não é recomendado, porque podem ser extraídos”, comenta Wagner Elias, CEO da Conviso e que será um dos instrutores do curso preparatório a ser oferecido pela Clavis. A necessidade de segurança não se resume a apps corporativos, mas também a games, pois muitos lidam com informações pessoais valiosas, eventualmente até dados de cartões de crédito, lembra Luis Carlos Silveira, desenvolvedor móvel da Clavis.

As provas são elaboradas pela CompTIA com o objetivo de medir o conhecimento do profissional sobre conceitos e premissas básicas de segurança no desenvolvimento para Android ou iOS. A aplicação da prova é feita no mundo todo pela Pearson. Por enquanto, os testes estão disponíveis apenas em inglês, mas devem ser traduzidos no futuro. O agendamento pode ser feito a qualquer momento e o custo é de US$ 294 por prova. Os testes da CompTIA são presenciais, costumam ter 100 questões com pesos distintos e duram 90 minutos. Os certificados têm validade por três anos. “O profissional com certificados da CompTIA costuma ter salários 20% a 30% acima da média. Ele comete menos erros na programação e, por isso, é mais rentável para seu contratante”, afirma Carvalho.

A CompTIA oferece 17 certificações diferentes em TI. A mais famosa é a A+, com mais de 1 milhão de certificados distribuídos no mundo. No ano passado, a associação lançou uma certificação em mobilidade em geral, chamado Mobility+, e, alguns meses depois, essas duas em segurança de desenvolvimento móvel (Android e iOS). É recomendado que o profissional tire primeiro o certificado Mobility+ e depois os de segurança móvel.

Fonte: Mobile Time

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