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ago 27, 2014
admin

China terá sistema operacional próprio para brigar com Windows

Notícia foi publicada pela agência governamental de notícias Xinhua. O plano é liberar o país de sistemas operacionais estrangeiros.

A China espera lançar seu próprio sistema operacional em outubro, como uma forma de liberar os usuários do país da dependência de sistemas operacionais estrangeiros, como o Windows da Microsoft. A notícia foi publicada neste domingo pela agência governamental de notícias Xinhua.

O sistema operacional chinês, que a Xinhua não divulgou o nome, será inicialmente oferecido em desktop PCs, com planos de mais tarde estender para smartphones.

A agência de notícias citou como fonte uma reportagem do jornal de negócios People’s Post and Telecommunications News, ligado ao Ministério da Indústria e da Tecnologia da Informação (MIIT) da China. O MIIT é responsável, entre outras coisas, pela regulamentação e desenvolvimento da indústria de software chinesa.

“Esperamos lançar em outubro um sistema operacional desktop feito na China com suporte para app stores”, disse Ni Guangnan, da Chinese Academy of Engineering, ao jornal chinês, de acordo com tradução da agência Reuters. Ni lidera uma aliança para o desenvolvimento de um sistema operacional oficial que foi criada em março pela República Popular da China (PRC).

Contra a Microsoft

Segundo o People’s Post and Telecommunications News, Ni citou o fim do suporte ao Windows XP e a proibição do uso do Windows 8 em computadores governamentais como motivos para iniciar o movimento a favor de um sistema operacional local.

O engenheiro Ni detalhou uma linha do tempo pela qual o sistema operacional chinês substituiria primeiro os sistemas operacionais estrangeiros nos desktops, num prazo de um a dois anos, para depois, entre três a cinco anos substituir os dispositivos móveis.

A indústria privada, segundo Ni, poderia ajudar a financiar o sistema operacional local. “Criando um ambiente que nos permitiria competir contra Google, Apple e Microsoft, o que seria a chave para o nosso sucesso”, diz Ni.

Red Flag Linux

A China já trabalhou em seu próprio sistema operacional no passado: em 2000 ela lançou o Red Flag Linux, que foi financiado em parte pelo governo. No final daquele ano, o Red Flag tornou-se obrigatório em todos os desktop PCs substituindo o Windows 2000. A tensão na época entre o governo chinês e a Microsoft tinha subido ao nível máximo com aquela decisão.

O Red Flag nunca decolou e a empresa que o produzia foi fechada no início deste ano. Ao que parece o Red Flag – o sistema operacional, não a empresa  - será ressuscitado. Numa reportagem de 20 de agosto, pelo mesmo jornal People’s Post and Telecommunications News, foi publicada a informação de que os bens da Red Flag Software teriam sido comprados pela Penta Wan Jing Information Technology Industry Group por US$ 6,3 milhões.

O fato foi citado por Ni, comentando que um Red Flag renovado poderia contribuir para os planos de criar um sistema operacional doméstico.

Windows 8 barrado

No início do ano, o governo chinês barrou o uso do Windows 8 em computadores do governo, irritado com fim do suporte ao Windows XP em abril. Antes dessa decisão, autoridades do governo tinham criticado fortemente a Microsoft por ter encerrado os updates de segurança para o sistema operacional de 13 anos de idade.

Historicamente a China tem sido um reduto do Windows XP, em boa parte por causa da pirataria em massa do software da Microsoft.

O país tem estado às turras com empresas estrangeiras de tecnologia, particularmente a Microsoft e a Google, e em algumas vezes também a Apple, por causa do seu impacto e influência sobre o país.

A animosidade cresceu muito no mês passado quando os órgãos de regulamentação antitruste do governo surpreenderam vários escritórios da Microsoft ono país com a apreensão de computadores e documentos como primeiro passo de uma investigação contra a companhia.

A investigação foi iniciada por conta de reclamações que datam de julho de 2013 sobre assuntos diversos como as formas de empacotamento do Windows e do Microsoft Office; a compatibilidade entre o Windows e o Office e outros itens não identificados.

Fonte: IDGNOW!

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ago 27, 2014
admin

As 10 principais iscas para golpes no Facebook

A empresa de segurança Bitdefender emitiu hoje um alerta sobre as 10 principais iscas para golpes de cibercriminosos no Facebook. ”Em redes com grande número de usuários, estas postagens aparentemente ingênuas acabam contaminando todo o ambiente”, analisa o diretor Eduardo D´Antona.

Confira abaixo as ameaças listadas pela empresa e evite dar atenção a elas:

1 – O falso livro de visitas - Um dos principais posts virais, que já ronda as redes sociais há muito tempo, é o famoso aplicativo para ver quem visitou o seu perfil, em muitos casos prometendo até estatísticas de perfis divididos por sexo. Diferentemente do quase extinto Orkut, o Facebook não oferece esse recurso, portanto, o melhor é não ceder à tentação de baixar aplicativos maliciosos no computador.

2- Não tente mudar a cor de sua página - Outro golpe já bastante conhecido é o que promete a mudança da cor do Facebook por meio de um aplicativo. Na melhor das hipóteses, essa falsa promessa levará o usuário a baixar vários “add-nos” no computador, fazendo com que este passe a enxergar a sua página com outra cor ou estilo. No entanto, como não provém de fontes confiáveis, a atitude mais sensata é resistir à aparente mudança.

3 – O fim do Facebook? - Uma popularíssima circular alerta os usuários para o fim do Facebook ou início das cobranças para a utilização da rede social. Mas é apenas outra isca bastante utilizada pelos cibercriminosos. Tal como o fim do mundo, também é impossível prever quando será o fim do Facebook. E sobre as supostas cobranças, a resposta está no próprio termo na página da rede social. Com essa informação em mente, a orientação é que o usuário simplesmente ignore qualquer mensagem do gênero.

4- Botão “Descurtir” só para desfazer a ação de clicar em “curtir” - A adição de novos botões, tais como os tão esperados “descurtir” (como alternativa ao botão curtir, e não de desfazer a respectiva ação) ou “love”, definitivamente, são capazes de despertar a curiosidade dos usuários. Mas, infelizmente, a tradição do facebook parece agradar a maioria dos seguidores, basta lembrar-se das decepções que sucederam a mudança da aparência da timeline. Então, o mais provável é que qualquer notícia sobre tais funções não tenha procedência lícita. Em todo caso, uma breve pesquisa no google pode dirimir a dúvida.

5 – Recuse “presentes” do eBay - Vale-presentes ou brindes legais gratuitos para os primeiros 10 mil participantes realmente parecem irresistíveis, mas dar 10 mil cartões, a US$200 cada, totalizando US$ 2 milhões, não parece uma atitude muito verossímil da parte do e-Bay. Se tal iniciativa fosse real, seria merecedora de ao menos uma manchete nos principais meios de comunicação. Como tal manchete não existiu, então com certeza é uma farsa.

6 – Fuja das mutilações em público - Curtir e compartilhar vídeos com imagens atrozes de animais mutilados e sofrimento de crianças infelizmente são ações comuns no facebook e demais redes sociais. Movimentos sociais e sensibilização de causas são instrumentos poderosos nas mãos de cibercriminosos que conseguem despertar falsas ideias de solidariedade ao disseminarem imagens desse tipo. Felizmente, uma rápida pesquisa online acerca do conteúdo proposto, facilmente poderá ajudar o usuário a distinguir o verdadeiro do falso.

7 – Não tente assistir ao que ninguém consegue - Aquela máxima de que “quanto menos pessoas viram, mais interessante se torna” também é levada em conta para a criação de mensagens maliciosas. Vídeos com a chamada “X porcento de pessoas não conseguiram assistir a esse vídeo por mais de xx segundos” continuam fazendo muito sucesso na rede social. Geralmente, vêm acompanhados de uma imagem pornográfica para atiçar o interesse da vítima. O ideal é manter-se longe dessas pegadinhas.

8 – O perigo mora com as estrelas - Não é de hoje que as celebridades servem de pano de fundo para a disseminação de diversos tipos de campanhas, sejam elas lícitas ou ilícitas. E quando esses nomes vêm atrelados a temas como sexo ou morte, tornam-se ainda mais poderosos. Curiosidade, nesse caso, é o nome da praga que pode fazer com que o usuário coloque sua rede em risco. É melhor dizer NÃO.

9 – Esqueça vídeos íntimos das celebridades - A mesma reposta vale para os vídeos de sexo e imagens nuas dessas mesmas celebridades. Na maioria das vezes, elas vêm acompanhadas de uma solicitação para instalar um arquivo ou uma extensão a fim de que você tenha acesso a arquivos inéditos e não divulgados. Também não é necessário dizer que esses arquivos são apenas truques que comprometerão a segurança dos seus dados.

10 – Atualizações arriscadas - E, por fim, as velhas e falsas atualizações de Java, Flashplayer, navegadores, e afins não acabam até que o usuário instale algo, de preferência algo não autorizado, ou simplesmente um phishing. Se o estrago já estiver feito, basta desinstalar as falsas extensões do navegador. Para ver o passo a passo do Firefox, acesse a página. Ou aqui, no caso do Chrome.

Fonte: Olhar Digital

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ago 25, 2014
admin

App Secret: psicologia explica a polêmica

Ainda que a internet passe uma ilusória segurança, a anonimidade é sempre temporária.

Reprodução

Navegar no Secret causa uma experiência diferente para cada um. Nas últimas semanas, o aplicativo lançado em janeiro por David Byttow e Chrys Bader – dois ex-funcionários do Google – vem conquistando enorme popularidade, assim como a atenção dos noticiários. Porém, os holofotes iluminam mais o lado obscuro do uso que alguns têm feito do que pelo seu propósito original.

Diferentemente do Whisper e do extinto PostSecret, em que os “segredos” são compartilhados para toda a rede indiscriminadamente, o Secret mostra conteúdos de seus contatos e suas redes, além de pessoas de localidades próximas, de maneira que, embora você não conheça o autor, pode passar um tempo tentando adivinhá-lo por dentre seus contatos na rede social.

Levando em conta que nossa mente tem a capacidade de moldar aquilo que não sabemos de acordo com nossas necessidades e/ou desejos momentâneos, a pessoa que postou pode nem ser a que imaginamos, mas a essa altura já podemos ter uma teoria sobre quem é o autor e quais os seus motivos para publicar aquilo. Portanto, o que atrai nesse aplicativo é a possibilidade de nos identificarmos com os outros, mas principalmente a ideia de que aqueles segredos “cabeludos” podem ser de algum amigo – ou desafeto. E a cada segredo lido, vamos entrando numa grande correnteza onde nossas fantasias passam a fluir livremente.

Os segredos compartilhados têm os mais diversos temas: relacionamento, família, cotidiano, trabalho, superação etc; alguns mais descontraídos e divertidos, outros emocionais ou em forma de desabafo. É um serviço que captura a atenção, principalmente por envolver pessoas possivelmente próximas a você. No entanto, o que se vê com muita frequência entre os usuários brasileiros têm preocupado os criadores do serviço, as autoridades locais e pais de menores de idade: conteúdos difamatórios e caluniosos, preconceituosos, racistas, vazamento de imagens íntimas, cyberbullying e muitos depoimentos de baixíssimo calão e de gosto duvidoso.

O psicólogo John Suler, professor da Universidade de Rider (New Jersey), publicou um trabalho que ilustra bem o que acontece no Secret. É um texto publicado com o título “The Online Disinhibition Effect” (O Efeito de Desinibição Online). Explica por que, por exemplo, o fato de ninguém saber quem você é pode trazer uma sensação de estar “protegido” – tanto para quem posta, quanto para quem comenta ou curte. Dessa forma, também se pode apenas desabafar, emitir uma opinião e depois ir embora, sem ter que se preocupar com o que as outras pessoas irão pensar.

Também é fácil encontrar indivíduos em busca apenas de repercussão, em forma de comentários e “curtidas”, o que parece ser uma forma de buscar aceitação grupal, de um coletivo, ainda que todo anônimo. É aquela velha história de que muitas vezes achamos que todo mundo tem uma opinião parecida sobre alguma coisa, mas da qual ninguém tem coragem de falar declaradamente… até que num aplicativo como o Secret, torna-se plausível dizer algo que em outra situação não se falaria, e passa a ser possível até mesmo unir-se às ideias de outras pessoas, sem a obrigação de expor a identidade de ninguém. Como resultado, muitas vezes um aplicativo anônimo dá uma impressão de ser uma terra sem leis, onde não há uma autoridade claramente estabelecida, e um lugar no qual as regras do dia-a-dia e do face-a-face não se aplicam.

Como em qualquer espaço social, seja online ou não, existem normas de conduta, além da legislação local para lidar com ilegalidades. Ainda que a internet passe uma ilusória segurança e sensação de impunidade aos que lá cometem delitos, a anonimidade é sempre temporária: tanto o Secret como as demais redes sociais possuem dispositivos para identificar os autores e repassar às autoridades. E mesmo para os bem intencionados, a linha entre o certo e o errado é sempre muito tênue. Recomenda-se muita avaliação prévia em relação à conteúdos que possam ferir os sentimentos ou a moralidade de outra pessoa. Para a vítima, seja o autor conhecido ou não, a ofensa é igualmente dolorida.

Fonte: Olhar Digital 

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ago 25, 2014
admin

Desenvolvedores brasileiros se especializam em apps para políticos

Com as eleições deste ano surge no Brasil um novo nicho para desenvolvedores móveis: aplicativos para políticos. MOBILE TIME identificou e entrevistou três empresas que decidiram concentrar esforços nesse segmento no País: Mobilize Brasil, Traki Mobile e Editorall. Essas três empresas juntas devem pôr no ar entre 100 e 120 aplicativos de candidatos na App Store e na Google Play. A demanda tem sido tão grande que alguns estão recusando novos clientes, pois não teriam como atender adequadamente no pós-vendas. Vale lembrar que se trata de um trabalho que não se encerra nas eleições, mas prossegue durante os mandatos, pois os aplicativos podem ser usados para manter viva a comunicação com eleitores e colaboradores até a eleição seguinte.

Embora haja candidatos a governador entre os clientes, o alvo principal são os políticos que disputam cargos no poder legislativo. O pouco tempo na TV de que dispõem esses candidatos faz do meio eletrônico um canal essencial para transmitirem suas ideias. “Alguns têm tempo para falar apenas o nome na TV. Se não têm acesso à mídia de massa, precisam usar a mídia digital. Com um app você provê mais informações sobre o candidato”, argumenta Luis Peres, CEO da Editorall, desenvolvedora especializada em conteúdo educacional e que este ano decidiu abrir uma nova frente de negócios com apps para políticos.

Outro caminho é desenvolver aplicativos para a comunicação não com os eleitores indecisos, mas com aqueles que são apoiadores declarados do candidato. Essa é a aposta da Traki Mobile, por exemplo. Em seus apps, os usuários se cadastram com email ou Facebook e são estimulados a espalhar material de campanha por suas redes sociais. São criados “desafios” para os eleitores cadastrados no app, por meio de notificação push. Como em um jogo, os apoiadores recebem pontos por sua participação e figuram em um ranking que depois pode ser aproveitado pelo político para convidar alguns deles como cabos eleitorais ou como interlocutores em uma determinada região do estado. “A função do app é multiplicar  a informação. Nos nossos apps, um conteúdo é replicado nas redes sociais do usuário em apenas três cliques”, diz Jaime Hackel, diretor comercial da Traki Mobile. Ele justifica o foco nos apoiadores e não em eleitores indecisos: “Quem não vota na pessoa não vai baixar o app.”

O diretor da Mobilize no Brasil, Iuri de Brito, acredita que um app voltado para a militância pode fazer a diferença em uma campanha política. Sua projeção é que cada apoiador cadastrado no aplicativo de um político gere cerca de 50 votos. Para se ter uma ideia, em sua última campanha presidencial, Barack Obama conseguiu em média 250 votos por apoiador cadastrado: sua eleição é considerada um case internacional de como estimular a militância dos mais jovens através da Internet. Ou seja, não basta registrar uma grande quantidade de downloads de um app: é preciso mobilizar as pessoas que o baixaram.

Há também apps com ferramentas com conteúdo restrito a determinados membros da campanha. A Editorall lançará uma funcionalidade com esse objetivo, permitindo a criação de grupos para recebimento de informações distintas dentro do app, com identificação por nome de usuário e senha.

Estrutura e preço

Os desenvolvedores ressaltam que para um aplicativo dar resultado, é fundamental existir por trás uma equipe estrutura de marketing digital coordenando seu conteúdo. Ainda não existe no Brasil profissionais especializados em canais móveis dentro das campanhas eleitorais: por enquanto esse trabalho é comandado por gente que cuida da estratégia digital de uma forma genérica.

A decisão de fazer ou não um app, assim como a verba para tal, tem partido da equipe de campanha de cada candidato individualmente. Não há por parte de nenhum partido brasileiro uma diretriz indicando a necessidade desse canal de comunicação, tampouco é disponibilizada verba para essa finalidade diretamente pelos partidos. O preço varia, dependendo da empresa. No caso da Editorall, por exemplo, é cobrado R$ 20 mil para ter um app para as duas principais plataformas móveis (Android e iOS).

Brito, da Mobilize, prefere medir o custo de um app pela quantidade de votos gerado. “O valor deve ser quantificado não em Reais, mas sim no custo do voto no estado. Essa é  a medida para avaliar se é caro ou barato. Por exemplo, em média, um app tem um custo de 500 votos. Se gerar mais, é barato. Se gerar menos, muito caro”, diz. Para calcular o custo de um voto, é contabilizado o total declarado pelos partidos que disputam uma vaga e divide-se pelo total de eleitores.

Fonte: Mobile Time

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ago 25, 2014
admin

Locaweb cria unidade focada em soluções corporativas

Nova área recebeu investimento inicial de R$ 40 milhões e vai atender todos os segmentos de acordo com necessidade específica de cada negócio.

Depois de um ano e meio de estruturação, a Locaweb anuncia uma unidade de negócios voltada exclusivamente para o atendimento de empresas. Trata-se da Locaweb Soluções Corporativas que faz parte dos planos da companhia para liderar esse segmento até 2019.

Como os serviços fornecidos são cross-industries, a unidade vai atender todos os segmentos que necessitam de infraestrutura de TI customizada de acordo com as necessidades específicas de cada negócio. Até o momento, foram investidos cerca de R$ 40 milhões em data center e uma equipe com 140 funcionários, que já atende mil projetos corporativos.

Além disso, parte do valor foi aplicado em certificações, sendo que entre as principais está o PCI-DSS Nível 1 – Service Provider da infraestrutura e dos serviços de data center. Com isso, a Locaweb Soluções Corporativas se torna a primeira provedora de hospedagem brasileira a obtê-la.

Para Flávio Jansen, presidente do Grupo Locaweb, a criação da área corporativa foi um movimento evolutivo natural dos negócios. “Ao longo dos anos, percebemos o crescimento da abrangência dos nossos serviços e vimos neste momento a hora certa de atender de maneira estratégica empresas de portes maiores”, diz ele.

Demanda do mercado

A necessidade por criar uma área que atendesse o público corporativo começou a surgir aos poucos, em 2009, quando alguns clientes começaram a ter novas demandas por mais estrutura e projetos customizados.

A partir daí, iniciou-se um processo interno para desenvolver soluções personalizadas. Como o volume destas soluções foi crescendo, percebeu-se a importância de ter um portfólio e equipe dedicados ao público corporativo. E foi no final de 2012 que a nova unidade começou a ser desenhada e estruturada.

Fonte: Computer World

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ago 25, 2014
admin

Ecossistema Android tem 19 mil dispositivos e 7 versões de SO

Estudo da OpenSignal mostra a fragmentação do mercado, que ganhou 8 mil novos dispositivos em um ano. Samsung tem 43% de market share.

 
A fragmentação do ecossistema de dispositivos usando o sistema operacional móvel Android, da Google, quase duplicou de tamanho em um ano. Segundo novo estudo divulgado pela OpenSignal, o número de diferentes dispositivos usando o SO saltou de 11 mil em 2013 para praticamente 19 mil em 2014.

Considerada o calcanhar de Aquiles da plataforma, por trazer complexidade para lidar com tantos dispositivos e tantas versões diferentes do sistema operacional, a fragmentação é criticada pela concorrência – leia-se Apple – e minimizada pelos fabricantes que adotaram o Android. E, pelo estudo da OpenSignal, é muito mais complexa do que imaginavam os dois lados.

Enquanto que no universo Apple 91% dos usuários já utilizam a última versão do sistema operacional (iOS 7), 8% usam o iOS 6 e 1% usam as outras, no universo Android o cenário está distribuído em 7 diferentes versões do sistema operacional da Google, sendo que a mais recente está instalada em apenas 1/5 do total de dispositivos.

Segundo o estudo, o Android 4.4 (Kit Kat) equipa 20,4% de todos os dispositivos. A versão anterior do Android, batizada de Jelly Bean, e suas três variações, está em 54,2% dos dispositivos – Jelly Bean 4.1 (26,5%); Jelly Bean 4.2 (19,8% ) e Jelly Bean 4.3 (7,9%). De todas as versões do sistema operacional lançadas até hoje, a mais antiga ainda em atividade é a 2.2 (Froyo) em apenas 0,7% dos dispositivos. Em seguida vem o 2.3.3 (Gingerbread) com 13,6%; e o 4.0.3 (Ice Cream Sandwich), com 10,6%.

Samsung domina

open signal marcas 620

 

Do ponto de vista de participação de marcas de fabricantes, a Samsung ainda domina o mercado Android, sendo dona de 43% do market share (contra 47% do ano anterior). As concorrentes LG, Motorola, Sony, Huawei e Lenovo cada qual tem uma fatia similar do mercado (média de 4,7%) deixando o restante para dezenas de outras marcas.

No site do estudo é possível “brincar” com os gráficos interativos gerados a partir do big data de números coletados pela Open Signal. A empresa usou dados gerados pelas pessoas que baixaram seu aplicativo Android para mapear versões do sistema operacional, tamanhos de telas e localização, entre outras coisas. Foram coletados dados de mais de 600 mil dispositivos.

Um ponto no entanto conta a favor da fragmentação: permitiu a um grande número de fabricantes oferecer os dispositivos e isso, entre outros fatores, foi determinante para que oAndroid superasse o iOS em uso da web este ano pela primeira vez.

Fonte: IDGNOW!

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ago 19, 2014
admin

‘Desafio do balde de gelo’ movimenta mais de 28 milhões de pessoas

(Foto: reprodução)

O desafio do balde de gelo (Ice Bucket Challenge), que viralizou a partir da semana passada e incluiu vários gigantes da tecnologia, causou impacto significativo no Facebook. Mais de 28 milhões de pessoas usaram a rede social para participar da campanha, seja comentando, compartilhando ou curtindo postagens sobre o tema.

Cerca de 2,4 milhões de vídeos relacionados ao desafio foram compartilhados no Facebook e, embora a ação tenha começado por Boston, nos Estados Unidos, ela se espalhou por quase todos os países do mundo.

Reprodução

O Brasil é um dos campeões em termos de participação, tendo se tornado o 6º mais ativo. O ranking tem EUA, Austrália e Nova Zelândia na frente, seguidos por Canadá, México, Brasil, Alemanha, Filipinas, Porto Rico e Índia.

Se lá fora nomes como Bill Gates, Oprah Winfrey, Cristiano Ronaldo, Justin Bieber e Ben Affleck entraram na ação, o Brasil conta com participantes como Ivete Sangalo, Anitta, Cláudia Leitte, Angélica, Luciano Huck, Ana Maria Braga, David Luiz e Kaka.

A ideia da brincadeira é que a pessoa desafie outras três a jogar um balde de água gelada sobre a própria cabeça ou doar US$ 100 para para pesquisas contra a ALS, esclerose lateral amiotrófica, uma doença cerebral degenerativa. Claro, também há a opção de fazer os dois ao mesmo tempo.

Fonte: Olhar Digital

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ago 19, 2014
admin

Avalio: start-up carioca cria sistema de pesquisas on-line adaptado para smartphones

Fernando Paiva

Aos poucos, smartphones e tablets são cada vez mais usados para a realização de pesquisas. Uma start-up carioca chamada Avalio, nascida em janeiro deste ano, criou um sistema de elaboração e distribuição de pesquisas on-line em que os questionários podem ser visualizados e respondidos na web ou em dispositivos móveis. O design é adaptado automaticamente para as telas de smartphones e tablets quando a pesquisa é acessada através de um navegador móvel. Não há necessidade de instalação de um aplicativo.

Atualmente, 65% dos respondentes das pesquisas criadas com a plataforma acessam os questionários através de dispositivos móveis, informa Rafael Ramos, diretor de novos negócios e de relacionamento da empresa. Segundo o executivo, o acesso em mobilidade é particularmente comum em pesquisas de satisfação realizadas por restaurantes e hotéis. “No caso dos restaurantes, o cliente avalia na própria mesa. No hotel, em geral, o cliente avalia o seu quarto dentro dele. Isso é fantástico, pois captamos a opinião do cliente na hora, sem filtros”, comenta.

A opção pela interface web em vez de um aplicativo nativo foi para facilitar a participação dos respondentes. Em muitos casos, ele apenas lê um QR code e é levado diretamente à página da pesquisa, em vez de ter que entrar na loja de aplicativos, baixar um app etc. “Em média, o tempo para um cliente responder a pesquisa dos nossos clientes é em torno de 30 segundos apenas”, afirma o executivo.

Plataforma

O objetivo da Avalio é ser uma opção mais barata de pesquisas on-line e com suporte em português para o mercado brasileiro. As pesquisas são montadas através de uma plataforma web que oferece diversos layouts, modelos e tipos de questões. Pode-se definir com facilidade perguntas que sejam obrigatórias e incluir condicionais lógicas que gerem ramificações dentro do questionário.

Uma vez pronto o questionário, este pode ser distribuído via email, redes sociais, QR code ou embutido em um site HTML. Também é oferecida a opção de exibição das perguntas em um totem digital ou tablet. Os resultados são acompanhados em tempo real por meio de um painel na web.

A solução pretende atender desde projetos estudantis de conclusão de curso até pesquisas de satisfação de clientes de empresas de grande porte. Há um plano gratuito, limitado a 100 respostas e a 50 convites por email por mês, com suporte apenas por email, e um plano sob medida, sem limite de respostas, com suporte por telefone e preço a combinar. Entre os extremos, há dois planos intermediários, que custam R$ 29 e R$ 59 ao mês, nos quais variam os limites de respostas e algumas funcionalidades extras. A meta da Avalio é conquistar 10 mil clientes até o final do ano.

Está nos planos da empresa o desenvolvimento para o ano que vem de um aplicativo para a criação e gestão de pesquisas através de dispositivos móveis.

Fonte: Mobile Time 

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