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jul 18, 2014
admin

Até o final do ano, Brasil deve investir US$2,88 bilhões em publicidade digital

Segundo o eMarketer, País lidera investimento em anúncios digitais na América Latina.

Até o final do ano, Brasil deve investir US$2,88 bilhões em publicidade digital

 

Investimentos em publicidade digital na América Latina devem aumentar em 28,5% este ano, atingindo US$ 5,29 bilhões, segundo estimativa do eMarketer. O crescimento representa o segundo mais rápido de todas as regiões do mundo, superado apenas pelo Oriente Médio e África.

 
A expectativa é de que, até 2018, o total de investimentos no digital na região seja de US$ 9,36 bilhões. Se a previsão se concretizar, o continente deverá ultrapassar a Europa Central e Oriental. No entanto, o montante destinado a esse tipo de anúncios ainda será muito menor em relação ao desempenho de América do Norte, Ásia-Pacífico e Europa Ocidental, representando apenas 4,4% do mercado.
 

 

Para este ano, estudo prevê que o Brasil se mantenha na liderança entre os países latino-americanos, com US$ 2,88 bilhões de investimento em digital, representando 54,4% do investimento total da região. O México e a Argentina, em segundo e terceiro lugar, respectivamente, devem investir US$ 900 milhões e US$ 310 milhões.
 

 

Fonte: Proxxima 

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jul 17, 2014
admin

5 maneiras de crescer nos negócios e engajar consumidores com apps mobile

Veja como conquistar uma audiência nos dispositivos móveis sem ser intrusivo

5 maneiras de crescer nos negócios e engajar consumidores com apps mobile

Convencer consumidores a baixarem seu aplicativo é difícil, mas perder o engajamento com essa ferramenta é fácil. Segundo pesquisa da Flurry, depois de realizar o download de um app, 25% das pessoas o utilizam somente uma vez e mais da metade encerra o uso depois de três meses.

Se um app para dispositivos móveis faz parte do seus planos de negócio, é importante estabelecer um caminho para a conversão – uma que seu público adote em poucas semanas. Usuários que não se engajarem ao seu serviço de forma rápida provavelmente irão desinstalar o app e esquecê-lo para sempre. Confira algumas dicas:

1. Construa confianças
Novos usuários de dispositivos móveis precisam entender o valor do app. Por que preciso baixá-lo? Entregue uma boa impressão com uma página informativa (uma tela extra na primeira vez que o usuário abrir o app). Envie notificações informativas que destaquem as vantagens em obter o app.

2. Entregue valor para encorajar engajamento
Cultive o engajamento e retenção do usuário ao mandar mensagens de marketing com conteúdo relevante. Recomendações personalizadas oferecem valor para os consumidores e tornam a experiência mais rica.

Para isso, utilize demográfico combinados com comportamento para segmentar a audiência.

3. Provoque urgência para direcionar a conversão mobile
Uma vez que os usuários estejam engajados com sua marca, comece a encorajá-los a efetuar uma compra. Dados da Mobile Marketing Watch mostram que 48% dos usuários globais consideram o mobile como um ponto fundamental para as decisões de compra.

Desenvolva uma estratégia robusta que incorpore o comportamento do consumidor em tempo real e invista no push e mensagens in app para encorajar essas decisões.

4. Ofereça provas sociais para cultivar a lealdade
Encoraje os usuários a compartilhar conteúdo da marca nas redes sociais. É uma ótima maneira de transformar esse público em advogados da marca, e gerar crescimento orgânico em sua comunidade. Considere uma campanha VIP ou uma promoção para encorajar os consumidores a divulgarem a mensagem aos amigos.

5. Encontre o ritmo certo para reter usuários
Conforme você continuar a engajar os consumidores no mobile, invista em mensagens personalizadas para acomodar de acordo com o horário de preferência dos usuários. Veja o número de desinstalações e compare com a receita resultante de cada mensagem enviada – então você terá certeza de que as mensagens por push não estão aborrecendo seus consumidores.

 

Fonte: Proxxima 

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jul 16, 2014
admin

Apple e IBM fecham parceria para alavancar iOS nas empresas

Apple e IBM querem dominar os escritórios. As empresas anunciaram nesta terça-feira, 15 uma parceria para entrar com os dois pés no mercado corporativo unindo esforços para levar o iOS para o ambiente de trabalho.

Cada uma oferecerá uma parte da experiência: a Apple deve entrar com “a experiência elegante de usuário do iPhone e do iPad”, enquanto a IBM contribui com suas ferramentas de big data e análise de dados. A aliança poderá transformar a Apple, sempre focada no consumidor final, em uma pedra no sapato da Microsoft, que sempre foi dominante no ambiente corporativo, com o Windows e ferramentas como o Office, serviços em nuvem e servidores.

Assim a IBM deverá vender dispositivos iOS para clientes, já com softwares corporativos criados em colaboração com a Apple. Alguns aplicativos deverão ser disponibilizados no quarto trimestre deste ano, mas outros só serão lançados em 2015. Estes apps, usando a infraestrutura de nuvem da IBM coexistindo com o iCloud, deverão ser específicos por indústrias, divididos por varejo, saúde, bancos, viagens, telecomunicações e seguros, por exemplo.

A Apple também anunciou nos planos para um novo “AppleCare for Enterprise”, plano que estende o serviço de atendimento da Apple para empresas. Com isso, haverá suporte 24 horas e por 7 dias da semana para usuários e departamentos de TI.

Tim Cook explica a necessidade de uma parceria com a IBM para alavancar a Apple no ambiente de trabalho. “Somos bons em criar experiências simples e criar dispositivos. O tipo de especialidade na indústria necessária para transformar o mercado corporativo não está no nosso DNA, mas está no da IBM”, afirma em entrevista ao Re/code.

Fonte: Olhar Digital 

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jul 16, 2014
admin

5 estratégias para transformar seguidores em produtores de conteúdo

Confira dicas de como utilizar aplicativos de engajamento para estreitar o relacionamento com a audiência.

 

5 estratégias para transformar seguidores em produtores de conteúdo

 

Content marketing é um dos maiores desafios, mas que também oferece mais oportunidades, tanto para empresas como para consumidores. Com o objetivo de aumentar seu alcance e engajamento online, as marcas tentam cada vez mais criar conteúdo que seja informativo, atrativo e interessante.

 
Aplicativos de engajamento podem ser a solução ideal, visto que podem criar conteúdo simples, compartilhável, e capaz de construir relacionamento com a audiência, além de preencher o calendário para manter o fluxo de publicação. Essas ferramentas fornecem um mecanismo capaz de encorajar consumidores a criarem e compartilharem conteúdo em suas próprias redes. O valor de marketing em plataformas como Facebook e LinkedIn não se limita ao tamanho da audiência, mas relaciona-se também à rede de consumidores conectados. Confira cinco maneiras de incentivar consumidores, por meio de aplicativos de engajamento, a criarem conteúdo:

 
1. Permita que seus fãs e seguidores votem
Votações permitem que os fãs façam parte da decisão da marca. Com aplicativos de engajamento, os consumidores podem escolher produtos, designs ou até mesmo temas de campanhas, e compartilhar seu voto. Os resultados podem fornecer conteúdo capaz de alimentar outros canais da marca, além de gerar insights sobre o que o público pensa e sente com relação à empresa.

 
2. Ofereça uma experiência de marca personalizada 
Uma experiência de marca alinhada ao perfil do consumidor faz com que ele tenha interesse em explorar a empresa. Aplicativos de engajamento, nesse caso, podem fornecer opções de produtos e serviços, informes e estudos de caso ou até mesmo peças de roupa, capazes de refletir a identidade daquele perfil.

 
3. Peça para a audiência contribuir com conteúdo relacionado à marca
Além de fazer com que a comunidade se sinta parte da marca, contribuições de fãs também ajudam os anunciantes a distribuir a criação de conteúdo. Aplicativos podem convidar seguidores a enviarem fotos, vídeos ou outras histórias relacionadas à marca.

 
4. Desafie o conhecimento da sua audiência
Desafiar sua audiência com quizzes e questionários que testem seus conhecimentos é uma ótima estratégia para ganhar atenção e engajamento. As perguntas podem ter respostas informativas e úteis para que possam ser compartilhadas pelos fãs.

 
5. Ajude fãs e seguidores a descobrirem insights sobre seus perfis
O público estará mais propenso a voltar para uma marca se tiverem aprendido algo sobre si mesmos ao interagir com a empresa ou conteúdo. Com aplicativos de engajamento, o acesso ao perfil do usuário pode produzir insights pessoais valiosos que ele pode não ter notado. Ao logar, o seguidor poderá ver padrões de relacionamento que não havia visto antes. Os fãs também poderão ver como eles foram “combinados” a alguma identidade ou produto da marca.

 

Fonte: Proxxima

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jul 16, 2014
admin

Forrester: anunciantes questionam resultados do content marketing

Laura Ramos, vice-presidente da entidade, comenta a pesquisa e diz que problema pode estar na forma como o conteúdo é executado.

Forrester: anunciantes questionam resultados do content marketing

POR ALEX KANTROWITZ

Do Advertising Age

 
Apesar do aumento de investimento em content marketing, anunciantes B2B ainda não conseguem converter esses esforços em resultados de negócios. De acordo com estudo conduzido pelo Forrester em parceria com a Business Marketing Association e o Online Marketing Institute, pouco mais da metade (51%) dos 113 executivos entrevistados afirmou que veem algum retorno nos esforços de content marketing; 27% consideram a estratégia neutra; 6% disseram que a medida é ineficaz na entrega de valor; 1% não acreditam em sua eficiência.

 

Segundo Laura Ramos, VP da Forrester, os anunciantes ainda estão lutando para obter bons resultados com esse tipo de conteúdo. No entanto, uma pesquisa realizada pelo Ad Age no final do ano passado aponta que 75% dos profissionais tinham intenção de investir em content marketing em 2014. Isso pode indicar que eles estão com problemas de execução, e não de interesse.

 
Em entrevista ao Ad Age, Ramos afirma que a distribuição em canais online ainda é um problema para anunciantes B2B. “Algumas das ferramentas usadas – e-mail marketing e soluções de automação – dão mais poder para atingir consumidores, mas é necessário produzir conteúdo para alimentar essas ferramentas e não estamos dando os passos para saber se esse é o melhor conteúdo que conseguimos produzir”.

 
Uma dica que ela dá é que as empresas devem falar sobre os problemas que seus compradores enfrentam, e o que pode ser feito para solucioná-los. Depois de observar 30 sites B2B, a executiva observou que 80% das marcas focaram em si mesmas em vez de oferecer soluções para os consumidores.

 
Dar prioridade à quantidade e não à qualidade pode ser parte do problema. “Nessa corrida maluca para criar o conteúdo, eles não pensam sobre como melhorá-lo e torná-lo mais interessante. Apenas produzem”, diz Ramos. Com o volume necessário para alimentar o animal, muitos anunciantes recorrem ao assunto com o qual se sentem mais confortáveis em abordar: eles mesmos.

 
Outro fator é a equipe. Muitos executivos chegam nesse meio através de funções como vendas, design de produtos e desenvolvimento de negócios. E eles vêm de lugares onde a comunicação é importante, mas onde ser provocativo, intrigante e informativo não são qualidades tão valorizadas como no jornalismo, por exemplo. Ramos acha que contratar jornalistas para reforçar o content marketing pode ser uma boa alternativa, bem como se dirigir a instituições educacionais de marketing de ponta.

 
O estudo também constatou que em 72% das organizações de marketing B2B, menos da metade da equipe tem a produção de conteúdo como função primordial. Esse é outro erro, segundo Ramos, pois todos os funcionários devem ter essa missão como parte do trabalho.

 
A executiva acredita que o conteúdo produzido pelas empresas é capaz de gerar os resultados desejados. ”Aquelas que forem mais adeptas a entender seus consumidores e se obcecarem por eles, falarem a língua deles e trabalharem em conteúdo que as ajude a ganhar novos clientes, satisfazer e manter os atuais – essas são as que continuarão no mercado.

 

Fonte: Proxxima 

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jul 15, 2014
admin

Com fim do Orkut, rede social russa dispara no Brasil


A rede social VKontakte, também conhecida como VK, está se beneficiando bastante do fim do Orkut, anunciado para 30 de setembro deste ano. O público brasileiro, órfão de um sistema de comunidades semelhantes à rede do Google, já que Facebook e Google+ são plataformas completamente diferentes, está procurando refúgio no serviço.

Segundo o VK, a rede já conta com 340 mil usuários brasileiros, o que, no entanto, não chega nem perto da base de brasileiros no Facebook, por exemplo. A empresa não cita exatamente quantos deles já tinham uma conta antiga. Mesmo assim, houve um crescimento grande nos últimos tempos, depois do anúncio do fim do Orkut.

Isso é comprovado por uma pesquisa no Google Trends, conforme aponta o VentureBeat. As buscas por “VK” e “vk.com” dispararam nas últimas semanas depois do anúncio do fim do Orkut. O site de monitoramento de atividade em aplicativos móveis App Annie também mostra que o número de usuários do aplicativo da rede social para Android também foi alavancado bruscamente.

Reprodução

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A empresa se diz preparada para receber este novo público brasileiro, inclusive com a chegada de novos recursos e melhorias. Além disso, o suporte foi reforçado com pessoas capazes de se comunicar em português brasileiro.

O VK é o segundo maior site da Rússia, com 260 milhões de usuários registrados e 60 milhões de usuários diários, embora não chegue nem perto dos números massivos do Facebook, com 1,28 bilhões de usuários mensais.

Fonte: Olhar Digital 

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jul 15, 2014
admin

Seis lições de marketing de grandes empresas para startups

Seis lições de marketing de grandes empresas para startups

Grandes marcas muitas vezes precisam agir como empresas de pequeno porte: assumir riscos, serem criativas e ágeis. Por outro lado, startups podem e devem aprender lições valiosas com empresas veteranas. Veja algumas práticas:


1. Experiência traz a vida para a marca

No passado, grandes marcas consideravam eventos ao vivo e patrocínios como algo importante para o mix do marketing. Recentemente, o pêndulo pendeu para outro lado, quando as empresas não obtiveram ROI suficiente. Porém, um evento bem executado pode provocar impressões muito boas na social media. Trata-se de estabelecer conexões emocionais com os consumidores, oferecer experiências que eles possam compartilhar. Não é só o evento, mas a amplificação dele.


2. Utilize real-time marketing

Sem necessariamente pagar pela mídia, é possível estabelecer conversas com a audiência. As grandes marcas estão ultrapassando os limites do possível ao ficarem ligadas a eventos populares e atuais.


3. Conte sua história com conteúdo original e convincente

Muitas grandes empresas estão investindo em seu próprio conteúdo. Para isso, contratam jornalistas para produzir content marketing e realizar uma curadoria daquilo que é relevante e interessante. É dizer ao consumidor: aqui está o que você precisa saber.

 
4. Seja tecnológico
Usar tecnologia para gerir um negócio e coletar e analisar dados custa menos do que há alguns anos. As pequenas empresas de hoje são mais sofisticadas na automação de marketing graças a ferramentas como Google Analytics.

 
5. Construa comunidades
Na campanha Pepsi Throwback, a Pepsi atraiu fãs dos anos 1980 com a edição limitada do refrigerante com açúcar, em vez do xarope de frutose pelo qual foi substituído depois. A marca fez referências a ícones pop da década, como Star Wars e De Volta Para o Futuro.

 
6. Construa estratégias
Brainstorming estratégico faz muito mais sentido para PMEs do que eleger a ideia da semana. Hoje, elas são bem mais intencionais sobre o que fazem.

 

Fonte: Proxxima 

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jul 11, 2014
admin

LinkedIn reformula aplicativo para usuários mobile

LinkedIn reformula aplicativo para usuários mobile

O LinkedIn lançou nesta quinta-feira, 10, o aplicativo Connected, uma reformulação completa do seu app independente Contacts. A ferramenta antiga não era apenas uma agenda de contatos, ela também incluía uma aba de tarefas, além de alertas das conexões de usuários do LinkedIn, aniversários e oportunidades de emprego.

 
A rede social percebeu que a maioria dos usuários abria o app pela manhã apenas por alguns minutos. Assim, a companhia decidiu focar nas atualizações que as pessoas gostariam de ver antes de ir para o trabalho. Cada atualização é exibida em forma de “cards” e é possível deslizá-los para a esquerda ou direita para alternar entre atividades recentes e antigas.

 
Assim como no Contacts, é possível sincronizar o calendário com o Connected. A diferença é que a nova ferramenta induz o usuário a checar o perfil das pessoas com quem ele tem uma reunião agendada. Também são enviados lembretes para acompanhar essas pessoas após o encontro.

 
O aplicativo Connected não é uma novidade, mas um produto de “rebranded”. David Brubacher, gerente de produtos do LinkedIn, afirmou ao Mashable que o nome “Contacts” era muito confuso e não explicava o propósito da ferramenta. A empresa acredita que o nome “Connected” resume melhor as funcionalidades do aplicativo.

 
Brubacher ainda declarou que os usuários do Contacts obtêm seis vezes mais visualizações de perfil do que outros inscritos do LinkedIn. O ato de parabenizar as pessoas constantemente faz com que mais membros vejam e lembrem de visitar o seu perfil, explica o executivo. A expectativa da empresa é que, até o final do ano, mais de 50% do tráfego da rede social seja proveniente de dispositivos móveis.

 
Connected está disponível a partir dessa quinta-feira para iOS aos usuários do LinkedIn em inglês. Aqueles que já utilizam o app Contacts basta atualizá-lo para obter a nova versão. Para baixar a ferramenta para Android e as versões com suporte a outros idiomas, é necessário acessar o “mapa do produto” na rede social.

 

Fonte: Proxxima

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