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nov 10, 2014
admin

The Economist lança edição diária para smartphones

Publicação britânica oferecera um informativo diário, com o resumo dos principais acontecimentos da política, economia e tecnologia no mundo.

The Economist lança edição diária para smartphones

 

Pela primeira vez em seus 171 anos de história, a revista semanal britânica The Economist terá uma edição diária. Com o nome de The Economist Espresso, o boletim será digital e reunirá as principais informações sobre os mais recentes acontecimentos nas esferas da política, economia, cultura, sociedade e tecnologia.

 
O The Economist Espresso poderá ser lido via aplicativo (disponível para smartphones e tablets com sistemas iOS e Android) e também por e-mail. A cada dia serão publicadas três edições: Américas, Europa e Ásia.
De acordo com porta-vozes da publicação, além de expandir a entrega multimídia da The Economist, o novo projeto terá o objetivo de auxiliar os leitores na filtragem das notícias, reunindo aquilo que for essencial para sua leitura naquele dia, com uma leitura dinâmica.

 
O Economist Espresso será comercializado por um modelo de assinatura digital. Os assinantes da revista ou da plataforma digital da The Economist terão acesso gratuito ao informativo diário. Para os demais usuários, a publicação irá disponibilizar apenas um artigo, gratuitamente, por dia. A partir daí será necessário efetuar a assinatura digital, pelo preço mensal de £2.49 (o equivalente a US$ 3,95). Para o lançamento, no entanto, a revista abrirá o conteúdo do Espresso gratuitamente por um período de 30 dias.

 

Fonte: Proxxima 

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nov 10, 2014
admin

Facebook convida usuários para ajudar a conter ebola

No topo da página inicial da plataforma, aparece mensagem que pede apoio a organizações que estão trabalhando na África Ocidental para combater a doença.

Facebook convida usuários para ajudar a conter ebola

 

Há cerca de um mês, Mark Zuckerberg anunciou, por meio de um post no Facebook, que doaria US$ 25 milhões para o Centers for Disease Control Foudantion, entidade que combate o ebola. Agora, a rede social está convidando usuários para ajudar a combater a doença com uma mensagemexibida no topo da página inicial. A ideia é atrair doações às organizações International Medical Corps, Cruz Vermelha, Save the Children, entre outras.

Fonte: Proxxima 

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nov 10, 2014
admin

Canais de TV também adotam modelo de mídia programática

Na Austrália, emissoras como MTV e Fox Sports começam a utilizar a plataforma de automação da AOL; anunciantes poderão segmentar anúncios.

Canais de TV também adotam modelo de mídia programática

 

MTV, Fox Sports, E!, Discovery e A&E. Essas são algumas das grandes emissoras que começarão a vender anúncios no horário nobre por meio de soluções programáticas. Isso significa que estão abandonando o método tradicional de venda de mídia.

 
Mas a adoção dessa prática pela TV só acontecerá, por enquanto, na Austrália. A Multi Channel Network (MCN), companhia de venda de mídia que vende anúncios para 70 canais pagos naquele país, lançará uma unidade privada para a utilização da plataforma Adap.tv, da AOL. Com isso, anunciantes poderão comprar anúncios de televisão praticamente da mesma forma com que compram anúncios para o meio online.

 
O movimento é impressionante, já que nos EUA, a postura do mercado televisivo ainda é bastante cautelosa em relação à venda programática do inventário. Uma explicação para isso é o fato de as redes norte-americanas ainda não terem enfrentado grandes problemas vendendo anúncios da forma tradicional. Além disso, muitos executivos têm receio de que qualquer forma de venda automatizada signifique a perda de empregos e a queda dos preços.

 
Na Austrália, por outro lado, o mercado está mais propenso a trabalhar com mídia programática porque é consideravelmente menor (US$ 4 bilhões contra US$ 70 bilhões nos EUA) e mais centralizado. A MCN representa grande parte do mercado de TV paga australiano, inclusive redes afiliadas com a NBC Universal, Viacom e Fox, portanto, pode impulsionar essa iniciativa com menos resistência.

 

A plataforma Multiview Project, da MCN, permitirá que compradores obtenham dados de milhares de assinantes de TV paga, com o propósito de segmentar anúncios. Eles poderão, por exemplo, veicular anúncios específicos de acordo com os hábitos de consumo de cada lar.

 
A partir da estratégia da MCN, veremos uma mudança global na venda de publicidade de TV. Ainda assim, é provável que o mercado norte-americano, por ser enorme e fragmentado, demore mais alguns anos para abraçar totalmente a automação.

 
A Adap.tv também está realizando testes com redes nos EUA, embora ainda não se saiba quais.

 

 

Fonte: Proxxima 

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nov 5, 2014
admin

A psicologia por trás de avaliações online de marcas

Transparência é elemento primordial que garante a credibilidade da empresa diante de novos potenciais clientes.

A psicologia por trás de avaliações online de marcas

 

Avaliações positivas são um grande incentivo para as marcas – elas representam uma reafirmação de que todo o investimento destinado à experiência do consumidor valeu a pena. Entretanto, para analisar esses comentários é preciso considerar todos eles, sejam bons ou ruins. Para isso, as empresas devem entender a psicologia por trás das compras de modo a enxergar essas avaliações pelos olhos do consumidor e, assim, elaborar estratégias mais eficazes.
A jornada do consumidor
Imagine que um usuário navega em um site, quando as surgem as seguintes perguntas:

 
“O que as pessoas pensam sobre essa empresa?”
Essa é uma das primeiras informações que o usuário busca – a avaliação geral da empresa e seus produtos. Essa pontuação é o que alimenta o sucesso de plataformas de avaliação online. Os consumidores querem saber sobre a imagem da companhia antes de avançarem.

 
“Quais são os defeitos?”
Os clientes começam a ler as avaliações, procurando os pontos fortes e as fraquezas, para saber se existem problemas recorrentes com a empresa e seus produtos ou serviços.

 
“A empresa tenta solucionar esses defeitos?”
Se há algum problema, o cliente vai querer certificar-se de que a situação é resolvida de forma rápida, eficiente e transparente. De acordo com a Trust Economy Report, uma avaliação negativa solucionada da maneira correta pode impulsionar a confiança na empresa em vez de prejudicá-la – 15% dos entrevistados afirmaram que são mais propensos a comprar de companhias que respondem a avaliações negativas e lidam com o problema de forma bem-sucedida.

 
“A empresa demora para responder feedbacks negativos?”
Quando se trata da psicologia das compras, um único comentário negativo ignorado pela empresa pode sinalizar um problema na mente do consumidor. É essencial que as companhias lidem com feedbacks negativos dentro de 24 horas – quanto mais rápido, melhor – para assegurar que essas avaliações não permaneçam ali, apenas aguardando novos clientes.

 
“Por que existem tantas avaliações positivas?”
Isso não é algo que as companhias considerariam um problema, mas uma pesquisa da eConsultancy revelou que 68% dos consumidores confiam mais em avaliações quando encontram feedbacks positivos e negativos, enquanto 30% suspeitam de censura ou falsificação de comentários quando não encontram nada negativo. Os cliente esperam encontrar uma mistura de avaliações – as empresas são administradas por seres humanos, afinal – e a ausência desses feedbacks negativos pode prejudicar a credibilidade da marca.

 
“Posso aprofundar mais antes de tomar minha decisão final de compra?”
Devido a manchetes sensacionalistas, cercadas por avaliações falsas e empresas que tentam burlar o sistema, os consumidores se tornaram cada vez mais desconfiados, apesar de estarem mais dependentes de feedbacks.

 
Portanto, as empresas devem certificar-se de que sua plataforma de avaliação online permite que os compradores visualizem o histórico de publicações de todos os clientes. Assim, eles podem verificar quantas vezes aquele consumidor já publicou e, mais importante, se ele realmente efetuou uma compra.

 
Transparência é o mais importante aos olhos do consumidor
Acima de tudo, compradores querem ter certeza de que não estão sendo enganados. Confira abaixo algumas estratégias para fornecer essa transparência desejada:

 
• Disponibilizar todas as avaliações da empresa de modo que os clientes vejam assim que acessarem o site.
• Enfrentar avaliações negativas – compradores desconfiam muito mais de empresas que não recebem qualquer crítica.
• Lidar com críticas rapidamente e de forma aberta – isso pode reforçar a confiança de um potencial comprador.
• Permitir que clientes explorem os feedbacks para conferir a veracidade dos comentários.

Fonte: Proxxima 

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nov 5, 2014
admin

Apple é a marca preferida do brasileiro, segundo pesquisa

(Foto: reprodução)

 

A Apple não é a empresa que mais vende smartphones no Brasil, mas ela é a preferida dos brasileiros, de acordo com uma pesquisa realizada pela MeSeems.

Os dados, divulgados pela Info, revelam que 36% dos entrevistados gostam mais da marca da maçã. A maioria por causa do design, ecossistema de aplicativos e funcionalidades do smartphone (56%). Outros 48% preferem a Apple em função da reputação da marca, enquanto 43% veem o iPhone como melhor custo-benefício.

A Samsung, principal adversária da Apple, ficou em segundo lugar, com 31% da preferência, seguida pela Motorola, com 15%.

A pesquisa da MeSeems entrevistou mais de 12 mil pessoas entre 16 e 70 anos. Para 67% delas o iPhone apresenta o melhor grau de satisfação entre as marcas disponíveis no país.

Os produtos da Apple estão em segundo lugar no ranking de vendas da Kantar referente ao Brasil, perdendo para os que são equipados com Android mas ganhando dos Windows Phone.

Fonte: Olhar Digital

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out 30, 2014
admin

5 técnicas para impulsionar vendas no e-commerce

Inciativas como ir atrás de consumidores que abandonaram o carrinho de compras podem ser muito impactantes para seu negócio.

5 técnicas para impulsionar vendas no e-commerce

A importância de uma plataforma e estratégia robustas no e-commerce é inegável. O comércio eletrônico, ou o ato de comprar e vender produtos online, é uma parte essencial dos lucros de uma empresa. A Forrester Research aponta que consumidores norte-americanos gastarão US$ 327 bilhões em compras online em 2016.

Esse indicador só prova que comerciantes precisam ter um canal de vendas na internet. Se você precisa aumentar o rendimento da sua empresa, confira cinco técnicas de e-commerce que te ajudarão a impulsionar as vendas no online:


1. Lance uma campanha de recuperação

Segundo o Baymard Institute, 67% dos carrinhos de compra ficam cheios, mas são abandonados antes que o consumidor chegue ao check out. Se você é um dono de negócio que está perdendo dois terços das vendas devido a carrinhos abandonados, você precisa lançar uma campanha de recuperação para entrar em contato com esses consumidores que que deixaram o site depois de efetuar a compra. Um e-mail atraente e simpático, que encoraje os leitores a retornar para o carrinho, pode fazer toda a diferença. E quem sabe ao implementar uma campanha para recuperar o cliente que está “quase lá” você consiga dobrar as vendas?

 
2. Use a social media para maximizar o potencial do e-commerce
Se você tem um site de e-commerce, então é provável que sua empresa também tenha perfis em redes sociais. Por mais que você utilize essas plataformas com bastante frequência, se não utiliza esses canais como forma de maximizar o potencial de sua empresa, está perdendo uma grande oportunidade. Cada post deve incluir uma call to action que direcione as pessoas para sua página. Depoimentos na mídia social podem ser incluídos na página de check out do site para impulsionar o consumidor no momento da compra.

 
3. Mostre as ações de outros consumidores
Alguma vez já visitou um site para fazer uma reserva em um hotel e notou um texto (debaixo do quarto que você quer) que diz: “outras 5 pessoas estão olhando esse quarto neste instante”? Esse texto pode não significar nada para você, mas para o consumidor, pode fazer toda a diferença. Ao mostrar as ações de outros consumidores – como o que estão fazendo ou o que pensam sobre um produto na forma de críticas e avaliações – você expandirá o valor de sua marca e fará com que as pessoas desejem mais ainda consumir produtos da sua empresa.


4. Personalize

Nada vende um produto como um toque pessoal. Se você quer impulsionar as vendas online, você precisa deixar seu site mais personalizado. Códigos para desconto no checkout, pacotes customizados e sites mobile podem fazer com que os consumidores sintam-se únicos.


5. Economize um pouco de tempo

Gerenciar inventário leva tempo, assim como criar descrições para cada produto. Se você quer fazer com que seu site seja mais eficaz, você deve começar a transformar as descrições e o inventário em algo mais eficaz – isso te dará mais tempo, que pode ser gasto para melhorar outras partes da estratégia de e-commerce. Considere usar um scanner de código de barrras para gerar informações de estoque e do produto.

 
Uma boa estratégia de e-commerce pode ser crucial para reter e atrair novos consumidores, aumentar o número de conversões e portanto impulsionar as vendas online como nunca antes. Para começar, invista na campanha de recuperação, utilizando a mídia social para maximizar o potencial do e-commerce, mostrando ações de outros consumidores, personalizando seu site e economizando tempo com a adoção de novas tecnologias, como scanner de código de barras.

Fonte: Proxxima 

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out 30, 2014
admin

14 dados sobre o Instagram que toda marca precisa conhecer

Estudo realizado pela Simply Measure sinaliza estratégias que podem impulsionar publicações na rede social e conquistar audiência.

 

14 dados sobre o Instagram que toda marca precisa conhecer

 

A ascensão do Instagram como uma plataforma mobile-social tem intrigado empreendedores nos últimos anos. Dados capazes de sinalizar a eficiência de cada tipo de conteúdo sempre foram escassos – isso é, até agora. A Simply Measured estudou a lista Interbrand Top 100 no Instagram, durante o terceiro trimestre, e comparou com as estatísticas de 2012 e 2013 no mesmo período.

 
Confira abaixo 14 informações reveladas pelo estudo sobre a rede social:

 
1. Grandes players entraram no jogo. Durante o terceiro trimestre de 2012, 54 marcas da Interbrand top 100 possuíam contas no Instagram. No terceiro trimestre deste ano, o número aumentou para 86.

 
2. E eles estão ativos. No total, 73% dessas 86 marcas postam, no mínimo, uma foto ou vídeo por semana. A quantidade de empresas que publicam pelo menos uma vez por dia triplicou ano após ano no terceiro trimestre, fazendo com que o número saltasse para 20.

 
3. Audiências estão explodindo. O número das top 100 marcas com mais de 10 mil seguidores aumentou para 34 ano após ano no terceiro trimestre e agora totaliza 62 companhias. Já a quantidade de empresas com mais de 100 mil seguidores passou de 15 para 34.

 
4. A Swoosh lidera. No total, 15 marcas possuem mais de 1 milhão de seguidores, com a Nike liderando o ranking com 7,3 milhões.

 
5. Engajamento, em geral, aumentou. A taxa média de engajamento – que contabiliza comentários e curtidas – por post aumentou 415% no terceiro trimestre de 2014 em comparação ao mesmo período em 2012. As principais marcas apresentaram uma média de 18.822 interações. Durante o terceiro trimestre de 2012, o número ficou em 3.648.

 
6. Boas publicações apresentam “long tail”. As marcas da lista Interbrand acumularam uma média de 216 comentários, sendo que 50% deles vieram nas primeiras 6 horas. Enquanto 75% foram publicados nas 48 horas iniciais, 10% surgiram após 13 dias.

 
7. Mas ótimos post costumam ganhar popularidade mais tarde. Os vídeos e imagens com melhor performance só fazem sucesso depois de um tempo. Mais de 50% dos comentários analisados chegaram após 13 horas desde a publicação do conteúdo.

 
8. Ser breve é ser popular. A média do tamanho da legenda é de 138 caracteres, mas a Simply Measured não descobriu uma correlação significativa entre o tamanho do texto e a taxa de engajamento.

 
9. Utilizar @menções é de grande ajuda. Em média, publicaçãoes que mencionam outros usuários ganham 56% mais engajamento. Entretanto, apenas 36% dos posts das marcas incluem pelo menos uma menção.

 
10. #postsdemarcas não exageram. Dentre as publicações analisadas, 88% incluíam, no mínimo, uma hashtag. Ainda assim, o número de hashtags é baixo: 91% utilizam 7 ou menos.

 
11. Apesar disso, as hashtags podem impulsionar a publicação. Publicações com pelo menos uma hashtag obtêm 12,6% mais engajamento.

 
12. Localização, localização, localização. Enquanto apenas 5% das publicações no Instagram incluem a localização, essas que utilizam o recurso apresentam uma taxa de engajamento 79% maior.

 
13. Grandes empresas de mídia estão em menor número, mas são líderes.Apenas 4 empresas de mídia da lista Interbrand estão ativas no Instagram, mas elas mantêm uma média de 62% mais publicações mensais do que outros segmentos da indústria analisados. O engajamento por post é de 23.906, o que representa 5.084 interações a mais em comparação a outros setores.

 
14. Fabricantes de automóveis têm destaque no Instagram. A indústria automotiva tem 13 representantes na lista Interbrand, superando todas as outras categorias.
Confira todas as categorias:
 

Fonte: Proxxima 
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out 28, 2014
admin

Conectado, móvel e multitela: o poder do novo consumidor e os desafios da publicidade

 

Conectado, móvel e multitela: o poder do novo consumidor e os desafios da publicidade

POR HELENA JUNQUEIRA

Gerente de projetos da E-life

O impacto das redes sociais e da popularização dos dispositivos de acesso móvel é sentido de forma cada vez mais forte sobre as relações de consumo. A cultura da internet e a mobilidade tecnológica conferem poder ao indivíduo, que gera e consome conteúdo em grande velocidade e em qualquer momento ou lugar. Da mesma forma que não se imagina mais a vida sem internet ou celular, a barreira entre o mundo online e o mundo offline vai se tornando imperceptível. Compreender esse novo consumidor digital é essencial para que as empresas consigam se adaptar em um ambiente que está em constante transformação.

Mais da metade dos internautas brasileiros passa pelo menos 30 horas por semana conectada à internet, segundo a pesquisa “Hábitos e comportamento dos usuários de redes sociais” (E.life, 2013). Grande parte desse tempo é dedicada às redes sociais, que já superam o uso de mecanismos de busca e e-mails. Apesar de o tempo médio de acesso via smartphone ainda ser relativamente curto – metade dos internautas navega até 10 horas por semana – ele é quase tão frequente quanto o acesso pelo computador e notebook, e para mais da metade dos brasileiros é a segunda principal fonte de conexão. Nos tablets, que vêm ganhando grande força no mercado, o tempo de acesso aumenta: quase metade dos usuários navega até 20 horas por semana.

Apesar de ainda ser mais adotado pelas classes AB, o comportamento conectado também já é realidade para as classes C e D. A alta freqüência de acesso varia muito mais em função da idade do que de classe econômica, colocando os jovens no centro da transformação tecnológica e cultural.

Além de passar grande parte do tempo online em qualquer lugar, o brasileiro consome diversas mídias ao mesmo tempo. Se em 2012 o percentual de pessoas que navegavam na internet e assistiam TV simultaneamente era de 51%, no ano seguinte o volume subiu para 71%. As redes sociais, por um lado, influenciam a escolha de programação televisiva do indivíduo e, por outro, têm seu conteúdo constantemente pautado pela grade de TV – bastando observar o quanto os trending topics do Twitter são movimentados pelos jovens em função da televisão. Para o mercado da publicidade, é importante compreender esse fenômeno da “social TV” e integrar as plataformas: TV e redes sociais podem e devem ser trabalhadas em conjunto na comunicação de marcas. A adoção de uma estratégia integrada em multicanais é a chave para que as empresas se comuniquem com o novo consumidor.

Na hora de falar com as empresas, mais da metade dos brasileiros utiliza as redes sociais, que ocuparam no ano passado a quarta posição no ranking de canais de atendimento. De acordo com a pesquisa Hábitos E.life, nos primeiros lugares estão outros canais digitais – website e e-mail – e só depois o telefone. Para esse público, as redes sociais são um canal mais fácil e de resposta mais rápida do que o SAC tradicional, sobretudo para o público jovem. 93% dos internautas seguem ao menos uma página de empresa, produto ou serviço no Facebook, buscando nesses canais não só novidades e oportunidades, mas também uma forma de apoiar as empresas que admiram e de se comunicar com elas. As redes sociais deixaram de ser apenas fonte de informação e se tornaram também ferramentas nas mãos de um consumidor cada dia mais consciente.

Consumo mobile
O consumo de smartphones no Brasil cresce em ritmo acelerado. A previsão para 2015 é de que sejam vendidos mais de 114 milhões de aparelhos, o que colocaria o país entre os cinco maiores vendedores do mundo (fonte: Technavio/UK, 2012). O celular inteligente foi incorporado de tal forma à rotina do brasileiro que hoje já é considerado como item essencial e, principalmente para os jovens, como uma extensão da vida e do próprio corpo. A venda de tablets, por sua vez, tem alcançado crescimento tão expressivo que muito em breve deve superar as vendas de computadores no Brasil.

Nesse contexto, o crescimento do m-commerce é uma tendência visível e real. Mas comprar pelo celular ainda não é uma prática adotada por todos: apenas 27% dos usuários de smartphones usam o aparelho para fazer compras, segundo a pesquisa “Brasileiros e o m-commerce” (E.life e Pagtel, 2014). Entre os donos de tablets, o número sobe para 38%. Quando se soma à compra de produtos a aquisição de serviços móveis, como aplicativos e conteúdo, a evolução fica evidente. De acordo com a pesquisa “Jovens brasileiros e o mundo mobile” (E.life e Pagtel, 2013), no ano passado 57% dos usuários de tablets e smartphones já tinham realizado uma compra; em 2014, esse número já é de 67%.

Mesmo que no momento da compra o brasileiro ainda prefira usar o computador – principalmente por questões de segurança, usabilidade e navegação – os dispositivos móveis desempenham papel importantíssimo no processo. Celular e tablet, quando somados, já são mais utilizados do que o computador na hora de buscar informações sobre produtos e serviços, e também para comparação de preços. Com a expansão do uso desses aparelhos e da tecnologia de internet 4G, a tendência é que, gradualmente, os dispositivos mobile dominem o processo de compra do início ao fim.

O celular rompe as barreiras do ponto de venda físico quando permite ao consumidor pesquisar sobre a mercadoria, comparar valores de outros vendedores, avaliar produtos e marcas e compartilhar sua experiência em loja. O aparelho, potencializado pelas redes sociais, dá poder ao indivíduo, que é capaz de se fazer ouvir pelas empresas e seus consumidores, a qualquer momento.

A experimentação é outro fator importante quando se fala de compra online. Com a popularização do e-commerce e do m-commerce, diversas categorias de produtos experimentam o “showrooming”, ou seja, o consumidor experimenta a mercadoria na loja física antes de fazer a compra pela internet. O que falta para esse público é uma experiência de compra virtual que seja a mais realista possível.

Por meio de tecnologias como a realidade aumentada e os dispositivos vestíveis, como o Google Glass, o desafio é trazer para o ambiente virtual a experiência de conhecimento do produto até então praticada apenas no ponto de venda físico. Soma-se a isso a virtualização do dinheiro, que é outra tendência para o consumo: a nova geração, nascida e criada num ambiente totalmente conectado, enxerga menos barreiras entre o dinheiro em espécie e as moedas virtuais. O que se espera para o futuro das compras é que, daqui por diante, sejam quebradas de uma vez por todas as barreiras entre online e offline.

Fonte: Proxxima 

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