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out 30, 2014
admin

5 técnicas para impulsionar vendas no e-commerce

Inciativas como ir atrás de consumidores que abandonaram o carrinho de compras podem ser muito impactantes para seu negócio.

5 técnicas para impulsionar vendas no e-commerce

A importância de uma plataforma e estratégia robustas no e-commerce é inegável. O comércio eletrônico, ou o ato de comprar e vender produtos online, é uma parte essencial dos lucros de uma empresa. A Forrester Research aponta que consumidores norte-americanos gastarão US$ 327 bilhões em compras online em 2016.

Esse indicador só prova que comerciantes precisam ter um canal de vendas na internet. Se você precisa aumentar o rendimento da sua empresa, confira cinco técnicas de e-commerce que te ajudarão a impulsionar as vendas no online:


1. Lance uma campanha de recuperação

Segundo o Baymard Institute, 67% dos carrinhos de compra ficam cheios, mas são abandonados antes que o consumidor chegue ao check out. Se você é um dono de negócio que está perdendo dois terços das vendas devido a carrinhos abandonados, você precisa lançar uma campanha de recuperação para entrar em contato com esses consumidores que que deixaram o site depois de efetuar a compra. Um e-mail atraente e simpático, que encoraje os leitores a retornar para o carrinho, pode fazer toda a diferença. E quem sabe ao implementar uma campanha para recuperar o cliente que está “quase lá” você consiga dobrar as vendas?

 
2. Use a social media para maximizar o potencial do e-commerce
Se você tem um site de e-commerce, então é provável que sua empresa também tenha perfis em redes sociais. Por mais que você utilize essas plataformas com bastante frequência, se não utiliza esses canais como forma de maximizar o potencial de sua empresa, está perdendo uma grande oportunidade. Cada post deve incluir uma call to action que direcione as pessoas para sua página. Depoimentos na mídia social podem ser incluídos na página de check out do site para impulsionar o consumidor no momento da compra.

 
3. Mostre as ações de outros consumidores
Alguma vez já visitou um site para fazer uma reserva em um hotel e notou um texto (debaixo do quarto que você quer) que diz: “outras 5 pessoas estão olhando esse quarto neste instante”? Esse texto pode não significar nada para você, mas para o consumidor, pode fazer toda a diferença. Ao mostrar as ações de outros consumidores – como o que estão fazendo ou o que pensam sobre um produto na forma de críticas e avaliações – você expandirá o valor de sua marca e fará com que as pessoas desejem mais ainda consumir produtos da sua empresa.


4. Personalize

Nada vende um produto como um toque pessoal. Se você quer impulsionar as vendas online, você precisa deixar seu site mais personalizado. Códigos para desconto no checkout, pacotes customizados e sites mobile podem fazer com que os consumidores sintam-se únicos.


5. Economize um pouco de tempo

Gerenciar inventário leva tempo, assim como criar descrições para cada produto. Se você quer fazer com que seu site seja mais eficaz, você deve começar a transformar as descrições e o inventário em algo mais eficaz – isso te dará mais tempo, que pode ser gasto para melhorar outras partes da estratégia de e-commerce. Considere usar um scanner de código de barrras para gerar informações de estoque e do produto.

 
Uma boa estratégia de e-commerce pode ser crucial para reter e atrair novos consumidores, aumentar o número de conversões e portanto impulsionar as vendas online como nunca antes. Para começar, invista na campanha de recuperação, utilizando a mídia social para maximizar o potencial do e-commerce, mostrando ações de outros consumidores, personalizando seu site e economizando tempo com a adoção de novas tecnologias, como scanner de código de barras.

Fonte: Proxxima 

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out 30, 2014
admin

14 dados sobre o Instagram que toda marca precisa conhecer

Estudo realizado pela Simply Measure sinaliza estratégias que podem impulsionar publicações na rede social e conquistar audiência.

 

14 dados sobre o Instagram que toda marca precisa conhecer

 

A ascensão do Instagram como uma plataforma mobile-social tem intrigado empreendedores nos últimos anos. Dados capazes de sinalizar a eficiência de cada tipo de conteúdo sempre foram escassos – isso é, até agora. A Simply Measured estudou a lista Interbrand Top 100 no Instagram, durante o terceiro trimestre, e comparou com as estatísticas de 2012 e 2013 no mesmo período.

 
Confira abaixo 14 informações reveladas pelo estudo sobre a rede social:

 
1. Grandes players entraram no jogo. Durante o terceiro trimestre de 2012, 54 marcas da Interbrand top 100 possuíam contas no Instagram. No terceiro trimestre deste ano, o número aumentou para 86.

 
2. E eles estão ativos. No total, 73% dessas 86 marcas postam, no mínimo, uma foto ou vídeo por semana. A quantidade de empresas que publicam pelo menos uma vez por dia triplicou ano após ano no terceiro trimestre, fazendo com que o número saltasse para 20.

 
3. Audiências estão explodindo. O número das top 100 marcas com mais de 10 mil seguidores aumentou para 34 ano após ano no terceiro trimestre e agora totaliza 62 companhias. Já a quantidade de empresas com mais de 100 mil seguidores passou de 15 para 34.

 
4. A Swoosh lidera. No total, 15 marcas possuem mais de 1 milhão de seguidores, com a Nike liderando o ranking com 7,3 milhões.

 
5. Engajamento, em geral, aumentou. A taxa média de engajamento – que contabiliza comentários e curtidas – por post aumentou 415% no terceiro trimestre de 2014 em comparação ao mesmo período em 2012. As principais marcas apresentaram uma média de 18.822 interações. Durante o terceiro trimestre de 2012, o número ficou em 3.648.

 
6. Boas publicações apresentam “long tail”. As marcas da lista Interbrand acumularam uma média de 216 comentários, sendo que 50% deles vieram nas primeiras 6 horas. Enquanto 75% foram publicados nas 48 horas iniciais, 10% surgiram após 13 dias.

 
7. Mas ótimos post costumam ganhar popularidade mais tarde. Os vídeos e imagens com melhor performance só fazem sucesso depois de um tempo. Mais de 50% dos comentários analisados chegaram após 13 horas desde a publicação do conteúdo.

 
8. Ser breve é ser popular. A média do tamanho da legenda é de 138 caracteres, mas a Simply Measured não descobriu uma correlação significativa entre o tamanho do texto e a taxa de engajamento.

 
9. Utilizar @menções é de grande ajuda. Em média, publicaçãoes que mencionam outros usuários ganham 56% mais engajamento. Entretanto, apenas 36% dos posts das marcas incluem pelo menos uma menção.

 
10. #postsdemarcas não exageram. Dentre as publicações analisadas, 88% incluíam, no mínimo, uma hashtag. Ainda assim, o número de hashtags é baixo: 91% utilizam 7 ou menos.

 
11. Apesar disso, as hashtags podem impulsionar a publicação. Publicações com pelo menos uma hashtag obtêm 12,6% mais engajamento.

 
12. Localização, localização, localização. Enquanto apenas 5% das publicações no Instagram incluem a localização, essas que utilizam o recurso apresentam uma taxa de engajamento 79% maior.

 
13. Grandes empresas de mídia estão em menor número, mas são líderes.Apenas 4 empresas de mídia da lista Interbrand estão ativas no Instagram, mas elas mantêm uma média de 62% mais publicações mensais do que outros segmentos da indústria analisados. O engajamento por post é de 23.906, o que representa 5.084 interações a mais em comparação a outros setores.

 
14. Fabricantes de automóveis têm destaque no Instagram. A indústria automotiva tem 13 representantes na lista Interbrand, superando todas as outras categorias.
Confira todas as categorias:
 

Fonte: Proxxima 
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out 28, 2014
admin

Conectado, móvel e multitela: o poder do novo consumidor e os desafios da publicidade

 

Conectado, móvel e multitela: o poder do novo consumidor e os desafios da publicidade

POR HELENA JUNQUEIRA

Gerente de projetos da E-life

O impacto das redes sociais e da popularização dos dispositivos de acesso móvel é sentido de forma cada vez mais forte sobre as relações de consumo. A cultura da internet e a mobilidade tecnológica conferem poder ao indivíduo, que gera e consome conteúdo em grande velocidade e em qualquer momento ou lugar. Da mesma forma que não se imagina mais a vida sem internet ou celular, a barreira entre o mundo online e o mundo offline vai se tornando imperceptível. Compreender esse novo consumidor digital é essencial para que as empresas consigam se adaptar em um ambiente que está em constante transformação.

Mais da metade dos internautas brasileiros passa pelo menos 30 horas por semana conectada à internet, segundo a pesquisa “Hábitos e comportamento dos usuários de redes sociais” (E.life, 2013). Grande parte desse tempo é dedicada às redes sociais, que já superam o uso de mecanismos de busca e e-mails. Apesar de o tempo médio de acesso via smartphone ainda ser relativamente curto – metade dos internautas navega até 10 horas por semana – ele é quase tão frequente quanto o acesso pelo computador e notebook, e para mais da metade dos brasileiros é a segunda principal fonte de conexão. Nos tablets, que vêm ganhando grande força no mercado, o tempo de acesso aumenta: quase metade dos usuários navega até 20 horas por semana.

Apesar de ainda ser mais adotado pelas classes AB, o comportamento conectado também já é realidade para as classes C e D. A alta freqüência de acesso varia muito mais em função da idade do que de classe econômica, colocando os jovens no centro da transformação tecnológica e cultural.

Além de passar grande parte do tempo online em qualquer lugar, o brasileiro consome diversas mídias ao mesmo tempo. Se em 2012 o percentual de pessoas que navegavam na internet e assistiam TV simultaneamente era de 51%, no ano seguinte o volume subiu para 71%. As redes sociais, por um lado, influenciam a escolha de programação televisiva do indivíduo e, por outro, têm seu conteúdo constantemente pautado pela grade de TV – bastando observar o quanto os trending topics do Twitter são movimentados pelos jovens em função da televisão. Para o mercado da publicidade, é importante compreender esse fenômeno da “social TV” e integrar as plataformas: TV e redes sociais podem e devem ser trabalhadas em conjunto na comunicação de marcas. A adoção de uma estratégia integrada em multicanais é a chave para que as empresas se comuniquem com o novo consumidor.

Na hora de falar com as empresas, mais da metade dos brasileiros utiliza as redes sociais, que ocuparam no ano passado a quarta posição no ranking de canais de atendimento. De acordo com a pesquisa Hábitos E.life, nos primeiros lugares estão outros canais digitais – website e e-mail – e só depois o telefone. Para esse público, as redes sociais são um canal mais fácil e de resposta mais rápida do que o SAC tradicional, sobretudo para o público jovem. 93% dos internautas seguem ao menos uma página de empresa, produto ou serviço no Facebook, buscando nesses canais não só novidades e oportunidades, mas também uma forma de apoiar as empresas que admiram e de se comunicar com elas. As redes sociais deixaram de ser apenas fonte de informação e se tornaram também ferramentas nas mãos de um consumidor cada dia mais consciente.

Consumo mobile
O consumo de smartphones no Brasil cresce em ritmo acelerado. A previsão para 2015 é de que sejam vendidos mais de 114 milhões de aparelhos, o que colocaria o país entre os cinco maiores vendedores do mundo (fonte: Technavio/UK, 2012). O celular inteligente foi incorporado de tal forma à rotina do brasileiro que hoje já é considerado como item essencial e, principalmente para os jovens, como uma extensão da vida e do próprio corpo. A venda de tablets, por sua vez, tem alcançado crescimento tão expressivo que muito em breve deve superar as vendas de computadores no Brasil.

Nesse contexto, o crescimento do m-commerce é uma tendência visível e real. Mas comprar pelo celular ainda não é uma prática adotada por todos: apenas 27% dos usuários de smartphones usam o aparelho para fazer compras, segundo a pesquisa “Brasileiros e o m-commerce” (E.life e Pagtel, 2014). Entre os donos de tablets, o número sobe para 38%. Quando se soma à compra de produtos a aquisição de serviços móveis, como aplicativos e conteúdo, a evolução fica evidente. De acordo com a pesquisa “Jovens brasileiros e o mundo mobile” (E.life e Pagtel, 2013), no ano passado 57% dos usuários de tablets e smartphones já tinham realizado uma compra; em 2014, esse número já é de 67%.

Mesmo que no momento da compra o brasileiro ainda prefira usar o computador – principalmente por questões de segurança, usabilidade e navegação – os dispositivos móveis desempenham papel importantíssimo no processo. Celular e tablet, quando somados, já são mais utilizados do que o computador na hora de buscar informações sobre produtos e serviços, e também para comparação de preços. Com a expansão do uso desses aparelhos e da tecnologia de internet 4G, a tendência é que, gradualmente, os dispositivos mobile dominem o processo de compra do início ao fim.

O celular rompe as barreiras do ponto de venda físico quando permite ao consumidor pesquisar sobre a mercadoria, comparar valores de outros vendedores, avaliar produtos e marcas e compartilhar sua experiência em loja. O aparelho, potencializado pelas redes sociais, dá poder ao indivíduo, que é capaz de se fazer ouvir pelas empresas e seus consumidores, a qualquer momento.

A experimentação é outro fator importante quando se fala de compra online. Com a popularização do e-commerce e do m-commerce, diversas categorias de produtos experimentam o “showrooming”, ou seja, o consumidor experimenta a mercadoria na loja física antes de fazer a compra pela internet. O que falta para esse público é uma experiência de compra virtual que seja a mais realista possível.

Por meio de tecnologias como a realidade aumentada e os dispositivos vestíveis, como o Google Glass, o desafio é trazer para o ambiente virtual a experiência de conhecimento do produto até então praticada apenas no ponto de venda físico. Soma-se a isso a virtualização do dinheiro, que é outra tendência para o consumo: a nova geração, nascida e criada num ambiente totalmente conectado, enxerga menos barreiras entre o dinheiro em espécie e as moedas virtuais. O que se espera para o futuro das compras é que, daqui por diante, sejam quebradas de uma vez por todas as barreiras entre online e offline.

Fonte: Proxxima 

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out 28, 2014
admin

Twitter atinge US$ 361 milhões em receita, mas tem baixo engajamento

 

Twitter atinge US$ 361 milhões em receita, mas tem baixo engajamento

 

O Twitter contabilizou US$ 361 milhões em receita, um aumento anual de 114%, segundo publicação da própria empresa na quarta-feira, 22. A publicidade foi responsável por US$ 320 milhões, enquanto a outra unidade – “licenciamento de dados e outros” – atingiu US$ 41 milhões, um crescimento de 171%. O mobile representa uma parcela cada vez maior da publicidade no Twitter, com 85% da receita total desse segmento.
 

 

No entanto, o ritmo de crescimento de usuários ativos diminuiu no terceiro trimestre, em comparação ao segundo. Durante o quarto trimestre, que inclui o mês de julho – quando ocorreu o final da Copa do Mundo – a empresa recebeu 13 milhões de novos usuários ativos mensais, sendo que 3 milhões eram dos Estados Unidos. No total, o microblog conta com 271 milhões de inscritos.

 
As métricas de engajamento da rede social – “timeline views”, o número de vezes que um usuário atualiza o seu feed – também apresentaram um crescimento desacelerado. Entretanto, o Twitter obteve mais dólares publicitários por visualização, recebendo US$ 4,28 por cada mil visualizações nos Estados Unidos.

 
Anthony Noto, CFO do Twitter afirmou ao Advertising Age que a empresa deve expandir o número de tuítes pagos, argumentando que os anunciantes estão aumentando seus orçamentos destinados à plataforma.

 
Enquanto a receita publicitária cresceu 109% durante o trimestre, o custo por engajamento diminuiu em crescimento anual, como aconteceu a cada trimestre divulgado pelo Twitter. Porém, Noto afirma que a métrica de expansão de 3% em relação ao trimestre anterior é “devido ao aumento da adoção de blocos de anúncios com preços mais elevados e desempenho superiores.”

 
Para o segmento publicitário, Noto também mencionou uma “contribuição significativa de novos formatos de anúncios, incluindo downloads mobile-app, cartões de sites e anúncios em vídeos promovidos”. Os vídeo têm “gerado um aumento significativo”, ele declarou mais tarde ao AdAge, mas não divulgou quaisquer detalhes sobre suas contribuições para a receita global de anúncios.

 

Fonte: Proxxima 

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out 24, 2014
admin

Domínio ebola.com é vendido por US$ 200.000

(Foto: reprodução)

 

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Dez dias appós anunciar que o domínio ebola.com estava disponível por US$ 150 mil, a empresa Blue String Ventures conseguiu efetuar a venda por um valor ainda mais alto: US$ 200 mil.

O comprador é um grupo russo chamado Weed Growth Fund, que pagou US$ 50 mil em dinheiro e o restante em participação numa outra empresa: 19.192 ações da Cannabis Sativa que valem, no total, cerca de US$ 164 mil.

Baseada em Nevada, a Cannabis Sativa é liderada pelo governador do Novo México, Gary Johnson, e tem foco em produtos para uso recreativo e medicinal da maconha, que vem sendo legalizada aos poucos em várias partes do mundo.

Embora Jon Schullz, antigo dono do ebola.com, tenha dito anteriormente que pretendia vender o domínio a alguma farmacêutica, o negócio com o pessoal do Weed Growth Fund parece fazer sentido. Há alguns dias, Gary Johnson declarou que a maconha pode ser eficaz no tratamento da doença.

Via: The Verge.

Fonte: Olhar Digital 

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out 24, 2014
admin

Smartphones modulares do Google deverão ganhar loja

(Foto: Reprodução)

 

O Projeto Ara, projeto de smartphones modulares do Google que já estão se tornando realidade, deverá ganhar uma loja para vender os módulos complementares dos aparelhos.

Segundo o BGR, a loja seguirá o mesmo modelo da Google Play Store e também permitirá que desenvolvedores vendam suas criações.

“O Ara MDK é gratuito e aberto e está disponível a todos, para que todos pudessem criar um módulo de acordo com as especificações do kit de desenvolvimento e colocá-lo no mercado do módulo Ara, que é análogo à loja Google Play, e vender diretamente aos consumidores”, disse Paul Eremenko, diretor do Projeto Ara, em entrevista na Universidade de Purdue.

Por enquanto, nenhum preço dos módulos foi divulgado, contudo, a empresa deve revelar detalhes em breve. Recentemente, Eremenko disse que será possível trocar algumas peças sem a necessidade de desligar o dispositivo. O Google ainda confirmou que os smartphones modulares do Ara rodarão uma versão personalizada do Android Lollipop.

Fonte: Olhar Digital 

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out 20, 2014
admin

Viral: chão desaparece em loja da The North Face em Seul

Ação foi criada pela agência sul-coreana Innored.

Viral: chão desaparece em loja da The North Face em Seul

Para os amantes na natureza e de esportes radicais, uma aventura é sempre bem-vinda. Mas mesmo para eles, a ação da The Noth Face criada pela agência sul-coreana Innored causou surpresa – e susto. Uma loja da marca em Seul foi escolhida para receber a ação “Never Stop Exploring”, na qual clientes desavisados ficavam assustados quando viam o chão embaixo deles lentamente desaparecer. A reação? Literalmente, eles subiam nas paredes. O vídeo viralizou mundo afora e bateu mais de 6 milhões de visualizações no YouTube em menos de uma semana. Assista abaixo:

Fonte: Proxxima 

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out 20, 2014
admin

Existe hora ideal para conversar com o público?

  • Existe hora ideal para conversar com o público?
  • Ao enviar sua mensagem de marketing, as empresas devem considerar o timing. Apesar de não haver um momento ideal, existem algumas regras básicas que podem beneficiar diferentes setores da indústria. No caso de cafés, restaurantes ou redes de fast food, por exemplo, a hora perfeita para divulgar ofertas seria por volta das 11h. Já as lojas de varejo devem investir nas manhãs de sábado, quando as pessoas estão decidindo para onde vão e o que farão durante o dia. O comércio online, por outro lado, é um pouco mais complicado, mas parece funcionar melhor nas noites de domingo, quando os usuários estão planejando a semana e mais propensos a comprar algo.

Fontes: Proxxima 

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